Um ônibus clandestino que transportava 47 passageiros pegou fogo na Rodovia Fernão Dias (BR-381), em Minas Gerais, próximo à Serra do Igarapé, região da Grande BH, na última sexta-feira (9). O veículo saiu de Caruaru (PE) com destino a São Paulo e, apesar das chamas, ninguém se feriu. A ANTT afirmou que o ônibus estava operando de forma clandestina, ou seja, sem autorização para realizar o transporte de passageiros.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é responsável por regulamentar e fiscalizar o transporte rodoviário no Brasil. Segundo a legislação vigente, qualquer veículo de transporte coletivo que não esteja devidamente cadastrado e autorizado é considerado clandestino. Essa prática representa um risco tanto para os passageiros quanto para os demais usuários das rodovias.
O incêndio no ônibus na Fernão Dias levanta questões sobre a segurança desses veículos e a importância da regularização das empresas que atuam no setor. Além disso, a ação de transportar passageiros de forma irregular coloca em risco a vida e a integridade física das pessoas, além de contribuir para a concorrência desleal entre as empresas legalizadas.
É fundamental que os passageiros estejam atentos à legalidade das empresas de transporte coletivo que utilizam, a fim de garantir sua segurança durante a viagem. Denunciar casos de transporte clandestino é uma forma de colaborar para a redução dos riscos e a preservação da vida. A fiscalização por parte dos órgãos reguladores também é essencial para coibir essas práticas ilegais.
Diante do ocorrido na Fernão Dias, as autoridades competentes devem investigar as circunstâncias do incêndio e tomar as medidas necessárias para evitar novos episódios. A segurança dos passageiros e a legalidade do transporte rodoviário devem ser prioridades para garantir viagens tranquilas e livres de riscos. A conscientização e a colaboração de todos são fundamentais para coibir o transporte clandestino no país.




