Indígenas barreiam o avanço do agronegócio frente às contradições do governo de Lula da Silva

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Na Amazônia brasileira, comunidades indígenas e defensores do rio Tapajós conseguiram uma vitória histórica ao impedir os planos do governo de privatização e transformação do rio em uma via comercial para o transporte de soja. Cerca de mil ativistas locais, em sua maioria pertencentes às etnias Mundurukú, Arapiun e Apiaká, ocuparam o terminal cerealero da multinacional Cargill em Santarém, forçando o governo a recuar. A ação levou à revogação do decreto que pretendia promover a gestão de três grandes rios amazônicos — além do Tapajós, o Madeira e o Tocantins — anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os povos indígenas denunciaram que a transformação dos rios amazônicos em corredores econômicos ameaça seus territórios e a biodiversidade, bem como a segurança alimentar e os modos de vida tradicionais.

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