Segundo os advogados do ex-atleta, Ronaldinho Gaúcho não estava ciente da emissão dos créditos e a operação imobiliária original havia sido cancelada. As investigações do Ministério Público Federal (MPF) apontam que o Banco Master, por meio do Fundo City 02, concedia empréstimos para pessoas jurídicas que repassavam o montante a fundos administrados pela gestora Reag. Parte dessas operações começava com a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Em 2023, a empresa Base Securitizadora emitiu R$330 milhões em CRIs para a S&J Consultoria, tendo como lastro terrenos de propriedade de Ronaldinho Gaúcho que, segundo os advogados do jogador, não avançaram devido a questões ambientais e de impostos. Investigações apontam que empresas realocavam os valores em outros fundos ligados ao Master e à Reag, inflando os ativos do banco sem gerar valor real na economia. As empresas envolvidas são alvo de investigação pela Polícia Federal e pelo STF.




