Investigação policial sobre banho de recém-nascida em maternidade no Acre

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A Polícia Civil ouviu testemunhas e a médica responsável pelo caso da recém-nascida internada após tomar banho na maternidade de Cruzeiro do Sul, no Acre. Delegado Vinicius Almeida esteve no Hospital da Mulher e da Criança Irmã Maria Inete para colher depoimentos sobre o incidente com a pequena Aurora Mesquita, que sofreu ferimentos nas pernas. A menina foi transferida para a UTI em estado grave.

O Diário do Estado noticiou que a Polícia Civil está conduzindo uma investigação minuciosa a respeito do caso da recém-nascida Aurora Maria Oliveira Mesquita. A equipe médica e testemunhas envolvidas no atendimento da criança estão sendo ouvidas para esclarecer as circunstâncias do incidente. O pai da menina registrou um boletim de ocorrência contra o hospital pelas queimaduras causadas durante o banho.

De acordo com informações do Diário do Estado, a recém-nascida de apenas 6 dias pode ter sofrido queimaduras durante o banho na maternidade de Cruzeiro do Sul. A técnica de enfermagem responsável por dar banho na menina será ouvida em breve pela polícia. A família acusa o hospital pelo uso de água quente no banho, ocasionando ferimentos na pequena Aurora.

O delegado Vinicius Almeida, em entrevista à Rede Amazônica Acre, relatou que a médica responsável pela Alta da criança antes do banho afirmou que Aurora estava em perfeito estado de saúde. A possibilidade da bebê possuir a epidermólise bolhosa também está sendo considerada. Testemunhas confirmaram que a temperatura da água estava elevada e que tentaram alertar a funcionária sobre o perigo.

A temperatura da água utilizada no banho dos recém-nascidos está sendo investigada pela polícia. Segundo o Diário do Estado, um perito constatou que o chuveiro da maternidade atingiu a temperatura máxima de 57ºC. O delegado ressaltou a importância dos laudos do Instituto Médico Legal e do Hospital de Rio Branco para esclarecer se a recém-nascida é portadora de alguma doença, como a epidermólise bolhosa.

O Diário do Estado informou que a recém-nascida Aurora nasceu prematura, o que a torna ainda mais vulnerável a lesões e ferimentos. A polícia aguarda os laudos e informações adicionais para finalizar o inquérito. O caso ganhou repercussão e despertou a atenção das autoridades, incluindo o Ministério Público do Acre, que também está investigando o ocorrido.

O promotor André Pinho, a 1ª Promotoria Cível de Cruzeiro do Sul, e o Centro de Apoio Operacional da Saúde realizaram uma inspeção na maternidade para fiscalizar os procedimentos adotados no caso da pequena Aurora. O Conselho Regional de Enfermagem do Acre instaurou um processo para apurar a conduta da profissional envolvida. A situação segue em investigação para esclarecer todas as circunstâncias.

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