De acordo com as investigações, os crimes teriam começado em novembro de 2025, quando o suspeito teria invadido um terreiro de candomblé e colocado uma arma na cabeça de um dos participantes, ameaçando interromper o ato religioso. Os policiais responsáveis pelo caso afirmaram que o homem é reincidente em crimes motivados por intolerância religiosa e que as penas pelos delitos podem chegar a mais de seis anos de prisão.
A ação da Polícia Civil de Goiás teve o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão na residência do suspeito, onde foram encontradas evidências que o ligavam aos crimes de ameaça e injúria. Além disso, foram ouvidas testemunhas que confirmaram os relatos das vítimas sobre as ameaças e agressões sofridas.
A população local, em especial os praticantes de religiões de matriz africana, se sentiram aliviados com a prisão do suspeito, pois vinham sofrendo com constantes ameaças e agressões por parte dele. As autoridades policiais ressaltaram a importância de denunciar casos de intolerância religiosa, para que a justiça possa ser feita e os agressores sejam responsabilizados por seus atos.
O delegado responsável pelo caso afirmou que a ação da Polícia Civil é apenas o primeiro passo para coibir a prática de crimes motivados por intolerância religiosa no estado de Goiás. Ele ressaltou a importância da união das autoridades policiais e da comunidade para enfrentar esse tipo de violência e garantir o respeito à liberdade religiosa de todos os cidadãos.
A Polícia Civil de Goiás se comprometeu a continuar investigando o caso e identificar outros possíveis envolvidos nos crimes de intolerância religiosa. As autoridades ressaltaram que a violência motivada por ódio religioso não será tolerada no estado e que todos os esforços serão feitos para garantir a segurança e o respeito de todas as comunidades religiosas.
A atuação firme da Polícia Civil de Goiás nesse caso serve como um alerta para aqueles que praticam atos de intolerância religiosa, mostrando que as autoridades estão atentas e prontas para agir. A população também pode colaborar denunciando casos de violência motivada por ódio religioso, garantindo que os agressores sejam responsabilizados e as vítimas tenham seus direitos assegurados. A prisão do suspeito é um passo importante no combate a esse tipo de crimes e na promoção do respeito à diversidade religiosa no estado.




