O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, acusou Estados Unidos e Israel de cometerem genocídio durante o atual conflito e solicitou que a Organização das Nações Unidas (ONU) condene o ataque a uma escola na cidade de Minab, no sul do país, que deixou cerca de 175 mortos entre alunos e professores. A declaração foi feita nesta sexta-feira (27), durante sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.
Irã acusa EUA e Israel de genocídio e cobra ação da ONU
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Chanceler iraniano denuncia ataque brutal em escola
O chanceler iraniano classificou o ataque à escola como parte de um padrão mais amplo de violações graves. Araqchi afirmou que o episódio em Minab foi parte de uma série de ataques intencionais contra civis, visando causar genocídio e inúmeras violações do direito internacional humanitário.
Resposta internacional e pedido por justiça
O alto comissário da ONU para Direitos Humanos pediu investigação rápida e transparente por parte dos Estados Unidos sobre o ataque em Minab. O representante do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU destacou a gravidade do ocorrido e a importância da responsabilização pelas violações.
Pressão por esclarecimentos e responsabilização
O caso segue sob investigação, enquanto cresce a pressão internacional por esclarecimentos e responsabilização diante da magnitude das mortes e dos impactos sobre civis. A comunidade internacional aguarda resultados conclusivos e medidas que garantam a justiça diante do ocorrido.



