Irã envia mensagem aos EUA para retomar negociações

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O departamento de inteligência do Irã mandou mensagem aos EUA para possível retorno às negociações e o fim à guerra. A informação foi divulgada pela CNN.

Desde que isso se tornou um problema real, recebemos vários contatos. Não é muito diferente do que aconteceu antes: pessoas querendo ver se podem ajudar a resolver o problema, e nós conversamos com elas. Fonte, que preferiu não se identificar, à CNN

Irã contesta informação e diz que não enviou mensagem. Autoridades iranianas afirmaram que não há conversas ou negociações em andamento.

Não enviamos nenhuma mensagem aos americanos porque estamos nos defendendo. Estamos em modo defensivo. E o que estamos fazendo é nos proteger, nos defender. Portanto, nenhuma mensagem está sendo enviada e não recebemos nenhuma mensagem dos Estados Unidos nem de ninguém. Majid Takht-Ravanchi, vice-ministro das Relações Exteriores do Irã

EUA atacaram pelo menos 2.000 alvos apenas nos primeiros três dias de guerra contra o Irã. Outros 20 navios iranianos foram afundados em bombardeios promovidos pelos americanos. Os números foram divulgados pela Centcom (Central de Comando dos Estados Unidos).

Alvos incluem o quartel-general da Guarda Revolucionária Islâmica. Centros de comando e controle, locais de mísseis balísticos, navios da marinha e capacidades de comunicação iraniana também foram atingidos.

Departamento também diz que regime iraniano não possui navios no Golfo de Omã. Antes do início da guerra, os americanos também afirmaram que havia 11 deles na região.

Relatório de agência aponta para número alto de mortos em território iraniano. Pelo menos 1.097 pessoas —entre elas, 181 crianças— foram mortas no Irã desde o início da guerra com Estados Unidos e Israel, ocorrido no sábado (28).

Balanço foi feito pela Human Rights Activists News Agency (Hrana). Pelo menos 85 pessoas foram mortas somente nas últimas 24 horas. Outras 624 mortes relatadas estão em processo de revisão, aguardando verificação e classificação. Já o número de civis feridos chega a 971 pessoas, incluindo 115 crianças.

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