Irmã do jovem de 18 anos morto a tiros em uma festa de ano novo em Igarapava expressa sua angústia e lamentação diante da tragédia que abalou a família. Contando com imagens de câmeras de segurança como prova do crime, a família pede por justiça diante da perda irreparável. O suspeito, um homem de 42 anos, encontra-se foragido, intensificando a busca por respostas e punição adequada.
Iara Beatriz Gomes dos Santos, irmã da vítima, compartilha detalhes dolorosos dos momentos que antecederam o crime. Ela relatou que insistiu para que o irmão voltasse para casa antes do incidente fatal, mas sem sucesso. O contexto da festa incluía outras brigas, embora Iago não estivesse envolvido diretamente. Uma das brigas anteriores acabou culminando na tragédia que tirou a vida do jovem Iago Eduardo Gomes dos Santos.
Ao se deparar com ameaças e momentos de tensão antes do assassinato do jovem, segundo relatos da irmã, Iago foi vítima de uma situação trágica e inesperada. A polícia investiga a motivação por trás do crime e trabalha com a hipótese de uma discussão prévia entre vítima e agressor. O suspeito de efetuar os disparos, Jeferson Silva de Paiva, está sendo procurado pelas autoridades.
As imagens registradas pelas câmeras de segurança mostram o momento crítico em que as celebrações de Ano Novo são interrompidas pela violência. O desfecho trágico deixa marcas irreparáveis na família e nos amigos de Iago, com a busca por justiça e esclarecimento do ocorrido como prioridades para restabelecer a paz e a segurança na região de Igarapava.
Delegada Ana Claudia Fernandes Carvalho, responsável pela investigação do caso, destaca a importância de ouvir testemunhas e reunir informações cruciais para a elucidação do crime. Com base em relatos e evidências coletadas até o momento, a polícia busca compreender o contexto que levou à tragédia e identificar outros possíveis envolvidos no ocorrido. O desfecho do caso está sujeito à espera de laudos e novas evidências.
O impacto da perda de Iago Eduardo Gomes dos Santos, um jovem de apenas 18 anos, é profundo e doloroso para sua família e para toda a comunidade de Igarapava. A busca por justiça e pela verdade por trás do crime deve servir como um alerta para a violência que ainda assola algumas regiões do país. A comoção diante da tragédia reflete a urgência de medidas eficazes para prevenir novas ocorrências similares.




