Jaqueta de Dinho dos Mamonas Assassinas permanece intacta após 30 anos: descubra o novo projeto de homenagem e sustentabilidade.

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A descoberta de que a jaqueta de Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, permaneceu intacta por mais de trinta anos após o enterro surpreendeu fãs e familiares da banda. A peça icônica, estampada com o símbolo da banda e a bandeira do Brasil, foi encontrada em excelente estado durante a exumação realizada em Guarulhos. As imagens divulgadas pela TV Globo revelaram a conservação impecável da jaqueta que esteve sobre o caixão do vocalista desde o dia do sepultamento, em 1996, reacendendo lembranças sobre a importância cultural do grupo que marcou a música brasileira nos anos 1990 com seu estilo irreverente e divertido.

A exumação, autorizada pelos familiares dos integrantes, aconteceu na cidade de Guarulhos, local onde a banda se formou. O procedimento teve como objetivo ressignificar a despedida dos membros e permitir um projeto de homenagem que combinasse memória afetiva e sustentabilidade. Durante a operação, a jaqueta chamou atenção pela sua excepcional conservação. Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, afirmou que o estado impecável da peça foi um momento marcante, destacando a surpresa de todos os envolvidos com a sua preservação após três décadas.

Jorge Santana também revelou os planos para a jaqueta, informando que a peça será exposta, tratada e emoldurada como forma de manter viva a memória dos Mamonas Assassinas. Além disso, parte das cinzas dos integrantes será utilizada em um projeto de reflorestamento no BioParque Cemitério, situado em Guarulhos. O Jardim BioParque Memorial Mamonas, espaço de homenagem póstuma que alia memória, história e sustentabilidade ambiental, incorporará as cinzas às sementes de espécies nativas da região, criando um elo entre o legado artístico da banda e a preservação ambiental.

A tragédia que interrompeu a carreira dos Mamonas Assassinas em 1996 deixou uma marca indelével na música brasileira. O grupo, conhecido por seu rock, humor e irreverência, conquistou fãs de todas as idades com sucessos que até hoje fazem parte da cultura popular. A jaqueta de Dinho, agora preservada e destinada a uma exposição no memorial, representa não apenas a memória de um artista querido, mas também a durabilidade da memória coletiva em torno de uma banda que transformou o cenário musical nacional.

O projeto do Jardim BioParque Memorial Mamonas reforça a importância de manter viva a memória da banda de forma criativa e respeitosa. Ao unir homenagem e sustentabilidade, a iniciativa destaca a relevância de preservar não apenas a memória dos artistas, mas também de promover a conscientização ambiental. A trajetória dos Mamonas Assassinas continua a encantar e emocionar fãs, reforçando o impacto cultural deixado por um grupo que, mesmo com sua curta existência, marcou para sempre a história da música no Brasil.

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