O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, desqualificou a ligação das denúncias envolvendo o Banco Master ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Silva, as fraudes estão relacionadas à gestão anterior de Jair Bolsonaro.
O dirigente petista rebateu a tentativa de ligar as acusações ao governo Lula, destacando a atuação da Polícia Federal no afastamento de servidores públicos nomeados no governo Bolsonaro.
O fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo em nova fase da operação Compliance Zero. André Mendonça, ministro do STF, autorizou transferência do empresário e outros presos.
As prisões preventivas envolveram um grupo investigado por monitorar adversários do Master, incluindo Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Marilson Roseno da Silva e Luiz Phillipe Machado de Moraes Mourão.
“Tentar jogar sobre o governo do presidente Lula essas denúncias que hoje acontecem em relação ao Banco Master é um equívoco. Está errado porque, hoje, a Polícia Federal afasta servidores públicos nomeados pelo governo passado”, declarou Edinho Silva.
Edinho Silva acredita que com as entregas que o presidente Lula está realizando sua popularidade crescerá, apesar do avanço do pré-candidato Flávio Bolsonaro nas pesquisas.
O presidente do PT vê o atual desgaste de Lula nas pesquisas como transitório e aponta uma ofensiva contra o poder judiciário como um equívoco que pode enfraquecer a democracia.
O sistema financeiro, segundo Edinho Silva, sairá fortalecido do processo envolvendo o Banco Master, que passa por investigações e prisões de envolvidos em supostas atividades criminosas.




