Josie Albuquerque compartilhou nas redes sociais um vídeo em que aparece desfilando com roupas inspiradas na cultura africana em um shopping de Goiânia. A iniciativa visava valorizar suas raízes e promover a diversidade, mas acabou gerando uma onda de críticas e ataques racistas.
Após a publicação do vídeo, Josie e sua filha de apenas um ano foram alvo de ameaças de morte e estupro. Os comentários racistas e preconceituosos inundaram suas redes sociais, causando indignação e revolta na modelo e em seus seguidores.
Os episódios de racismo virtual não são uma novidade no Brasil, infelizmente. A internet se tornou um espaço propício para disseminação de discursos de ódio e intolerância, o que reforça a importância de combater atitudes racistas em todas as esferas da sociedade.
Diante dos ataques, Josie optou por não se calar e denunciar os responsáveis pelos comentários racistas. A modelo reiterou sua postura de orgulho por suas origens e reforçou seu compromisso de lutar contra o racismo e a discriminação em todas as suas formas.
A repercussão do caso evidencia a urgência de promover uma cultura de respeito e valorização da diversidade no país. O enfrentamento ao racismo estrutural deve envolver a sociedade como um todo, cobrando medidas concretas para combater a discriminação racial em todas as suas manifestações.
A solidariedade de pessoas que se manifestaram em apoio a Josie e repudiaram os ataques racistas é fundamental para fortalecer a luta antirracista. A união de vozes em defesa da igualdade e do respeito às diferenças é essencial para promover uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.
Neste contexto, é crucial que as autoridades competentes atuem de forma enérgica na punição dos responsáveis por propagar o ódio e o preconceito nas redes sociais. A impunidade só contribui para perpetuar práticas discriminatórias e racistas, alimentando um ciclo de violência e desigualdade que deve ser rompido.




