A jovem é ré por duplo homicídio triplamente qualificado, acusada de matar o
namorado e a ex-namorada dele, em um crime motivado por ciúmes. A audiência de
instrução e julgamento está marcada para o dia 31 de março no Fórum Criminal da
Barra Funda, em São Paulo.
O caso chocou a opinião pública e ganhou destaque na imprensa, com o DE noticiando
detalhes sobre o crime e a investigação policial. Geovanna está presa desde o
ocorrido, em agosto do ano passado, quando teria cometido o duplo homicídio nas
proximidades da Faculdade de Medicina da USP, onde estudava.
Após a conclusão do inquérito policial e a denúncia do Ministério Público, o processo
corre na Justiça e aguarda a decisão final sobre a pronúncia da acusada. A defesa de
Geovanna alega que ela agiu em legítima defesa e que estava sofrendo ameaças por
parte das vítimas.
O crime passional despertou debates sobre relacionamentos abusivos e crimes
passionais, levantando questões sobre a saúde mental dos envolvidos e a importância
do combate à violência doméstica. A sociedade acompanha de perto o desenrolar do
caso, clamando por justiça e punição adequada para a acusada.
A expectativa é de que o julgamento de Geovanna Proque da Silva seja acompanhado
por especialistas e profissionais da área jurídica, que analisarão cada detalhe do caso
para chegarem a uma conclusão justa e fundamentada. O resultado do júri popular
poderá definir o destino da jovem universitária e trazer respostas para uma tragédia
que abalou a sociedade paulistana.




