Julgamento dos profissionais de saúde envolvidos na morte de Maradona: saiba mais

Quatro anos se passaram desde a morte de Diego Maradona, um dos maiores ídolos do futebol argentino. No dia 25 de novembro de 2020, Maradona faleceu aos 60 anos, enquanto se recuperava de uma cirurgia para tratar um hematoma na cabeça causado por um acidente doméstico. Desde então, a despedida do craque virou assunto de Justiça, com os profissionais de saúde responsáveis por seu cuidado sendo acusados de negligência. O julgamento já começou para uma ré, enquanto outros sete aguardam sua vez.

Diego Maradona, se estivesse vivo, completaria 64 anos neste 30 de outubro de 2024. Sua morte ocorreu em Tigre, região metropolitana de Buenos Aires, devido a uma parada cardiorrespiratória. Depois de uma cirurgia no cérebro, o astro do futebol sofreu um mal súbito e não resistiu. A Justiça argentina decidiu levar o grupo de profissionais de saúde envolvidos no caso a julgamento em abril de 2023, destacando a negligência que resultou na morte de Maradona.

Oito profissionais da área da saúde são réus no caso, incluindo o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov. A enfermeira Dahiana Gisela Madrid foi a única a ter seu julgamento iniciado, optando por um júri popular. O advogado dela questionou a intenção de prejudicar Maradona por parte dos profissionais envolvidos. Uma audiência realizada em março analisou mais de 130 mil áudios, preparando o terreno para o julgamento dos demais acusados.

Há a expectativa de que o julgamento dos profissionais de saúde resulte em condenações de oito a 25 anos de prisão, por homicídio simples com eventual dolo. O processo, previsto inicialmente para julho, foi adiado para março de 2025. Em outubro, a Justiça autorizou a exumação do corpo de Maradona para a construção de um memorial em sua homenagem, em um mausoléu em Puerto Madero, bairro de Buenos Aires.

Maradona ficou eternizado na história do futebol por sua genialidade dentro de campo. Campeão mundial com a Argentina em 1986, ele protagonizou momentos icônicos, como os gols marcados contra a Inglaterra nesse mesmo ano. Seu legado é uma mistura de talento, polêmicas e uma carreira que o levou a participar de quatro Copas do Mundo, sendo uma figura central em 91 jogos pela seleção argentina. A memória de Maradona continua viva entre os fãs do esporte em todo o mundo, mesmo após sua partida prematura.

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América-MG reformula elenco: 25% dos jogadores se despedem em ajustes para 2025

Reformulação do América-MG: clube anuncia saída de nove jogadores

Sem acesso à Série A, Coelho inicia processo de ajustes no elenco para 2025

Nove jogadores se despediram do América-MG, até o momento. A saída dos atletas representa uma reformulação inicial de 25% do elenco que atuou nesta temporada. Entre eles, ídolos também não continuarão no clube: Moisés e Juninho.

Moisés fala da aposentadoria dos gramados pelo América-MG

Quem puxou a saída da barca de jogadores foi o ídolo do clube, Moisés. O meio-campista anunciou a aposentadoria após a partida contra o Ituano. O jogador, de 36 anos, planeja estudar para ser treinador ou gestor de futebol. Moisés voltou ao Coelho no início deste ano. Fez 44 jogos pelo time, marcando cinco gols.

Juninho, outro ídolo do América, também está deixando o clube. O camisa 8 do Coelho vai para o Goiás. O volante assinou pré-contrato com o time esmeraldino. O vínculo será de dois anos. O meia é o jogador com maior número de jogos feitos com a camisa do América. São oito anos e 437 partidas. Antes do jogo contra o Brusque, o clube mineiro fez uma homenagem aos meio-campistas.

Além de Moisés e Juninho, outros sete jogadores saíram do Coelho. São eles: Daniel Borges, Éder, Elias, Vinícius, Flávio, Brenner e Felipe Azevedo.

A saída dos nove atletas representa 25% do elenco que atuou nesta temporada. Outros cinco jogadores também estão em fim de contrato. O América deve definir a situação contratual desses atletas até o fim do ano.

O clube americano também demitiu o técnico Lisca antes do fim da temporada, após a derrota para Ceará, por 1 a 0.

Sob supervisão de Rodrigo Fonseca

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