Em audiência de custódia, a Justiça do Distrito Federal mantém a prisão do suspeito de matar e desfigurar um professor. O crime ocorreu no domingo e Guilherme Silva Teixeira, de 24 anos, foi preso na segunda-feira, tendo confessado o ato. A suspeita é de que o crime tenha sido motivado por homofobia.
Durante a audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (7), a Justiça decidiu pela manutenção da prisão preventiva de Guilherme Silva Teixeira, acusado de matar o professor João Emmanuel em Sobradinho II. O crime chocou a população local e gerou grande comoção.
João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, foi brutalmente agredido por Guilherme, que o agrediu com chutes, socos e pisoteou seu rosto. A polícia acredita que a motivação para o crime tenha sido homofobia, o que gerou revolta e indignação na comunidade.
Imagens mostram o momento da prisão de Guilherme Silva Teixeira, que afirmou às autoridades ter agredido a vítima após uma discussão na parada de ônibus. Ele deixou João Emmanuel caído no chão e agonizando, enquanto prosseguia com sua rotina normalmente em seguida.
O patrão de Guilherme foi autuado por favorecimento pessoal, após ajudar o suspeito a escapar logo após o crime. A prisão foi mantida e ele terá que comparecer em juízo para responder pelas suas ações. O caso levantou debates sobre segurança e homofobia na região.
João Emmanuel era um professor querido em sua comunidade e sua morte foi profundamente sentida. Natural de Teresina, no Piauí, ele trabalhava em uma escola privada da região e era filho do vice-prefeito de Isaías Coelho. Sua perda deixou um vazio na instituição em que atuava.
A prisão do suspeito trouxe algum alívio para a família e amigos de João Emmanuel, mas a dor da perda e a ausência permanecem. As investigações seguem para esclarecer todos os detalhes do caso e garantir que a justiça seja feita em memória do professor assassinado de forma brutal.
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