Laudo aponta seis fraturas graves em mulher atropelada com filho de 6 anos em Ribeirão Preto; criança morreu
Eliene de Santana Maia, de 33 anos, e Guilherme da Silva Maia sofreram acidente no primeiro dia do ano, quando iam até uma farmácia, no distrito de Bonfim Paulista.
Laudo do HC aponta seis fraturas em mulher atropelada com filho em Bonfim Paulista
Um laudo emitido pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), onde Eliene de Santana Maia, de 33 anos, passou 19 dias internada, apontou que a mulher teve seis fraturas graves pelo corpo, decorrentes do atropelamento que sofreu no primeiro dia do ano, no distrito de Bonfim Paulista.
O documento, ao qual a EPTV, afiliada da TV Globo, teve acesso, indica fraturas na região pélvica, no osso da base da coluna, no antebraço, no punho, no tornozelo e na região da lombar. Eliene passou por duas cirurgias e, no momento, faz uso de cadeira de rodas, porque não consegue andar e não há previsão para que recupere a mobilidade.
Eliene estava com o filho, Guilherme da Silva Maria, de 6 anos, no momento que os dois foram atingidos por um carro alugado, dirigido por Gustavo Perissoto de Oliveira, em um trecho de acesso à Rodovia José Fregonezi (SP-328). O menino foi socorrido em estado gravíssimo, mas morreu três dias depois.
A mulher teve alta na segunda-feira (19) e informou que vai se mudar com o marido Adalberto da Silva Filho, se mudarão para São Paulo para que ela possa ser cuidada pela cunhada, irmã de Adalberto. “Lembro que, na hora que eu estava andando com ele [o filho], o carro estava em alta velocidade e na hora que eu olhei pra trás, não deu mais tempo”.
Laudo apontou seis fraturas graves no corpo de Eliene Santana, atropelada com o filho em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV
Câmeras de segurança flagraram o momento do acidente. As imagens mostram que Gustavo saiu da pista com o veículo e atingiu mãe e filho, que caminhavam no acostamento, pelas costas. Ele fugiu do local, mas se apresentou à polícia no dia seguinte.
A Polícia Civil ainda vai definir por quais crimes Gustavo deve ser indiciado. À EPTV, a defesa dele disse que ele não ingeriu bebida alcóolica no dia do acidente e não socorreu Eliene e o filho, porque achou que tinha batido o carro na defesa metálica. Eliene de Santana Maia, de 33 anos, teve alta nesta segunda-feira (19) do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV
Gustavo Perissoto de Oliveira, de 25 anos, se apresentou à polícia um dia depois do acidente, na tarde de 2 de janeiro. Em depoimento, ele negou ter bebido antes de dirigir, mas alegou ter se distraído com a central multimídia do veículo em que estava, que era alugado. Marcelo Santos, frentista do posto de combustível vizinho ao local onde Eliene e o filho foram atropelados, afirma que clientes que estavam no estabelecimento tentaram alertar o motorista sobre o ocorrido.
A Polícia Civil ainda vai definir por quais crimes Gustavo deve ser indiciado. À EPTV, a defesa dele disse que ele não ingeriu bebida alcóolica no dia do acidente e não socorreu Eliene e o filho, porque achou que tinha batido o carro na defesa metálica. Eliene de Santana Maia, de 33 anos, teve alta nesta segunda-feira (19) do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV
Gustavo Perissoto de Oliveira, de 25 anos, se apresentou à polícia um dia depois do acidente, na tarde de 2 de janeiro. Em depoimento, ele negou ter bebido antes de dirigir, mas alegou ter se distraído com a central multimídia do veículo em que estava, que era alugado. Marcelo Santos, frentista do posto de combustível vizinho ao local onde Eliene e o filho foram atropelados, afirma que clientes que estavam no estabelecimento tentaram alertar o motorista sobre o ocorrido.




