A demora do ministro Alexandre de Moraes em analisar pedidos da defesa de Jair Bolsonaro tem gerado duras críticas. Falhas recentes na assistência ao ex-presidente geraram reação até do Conselho Federal de Medicina (CFM), mas não foram caso isolado. A lentidão repete o padrão adotado com Moraes no trato dispensado a réus da direita.
Há ainda os condenados do 8/1. Segundo levantamento do gabinete do próprio Moraes, são 835 pessoas, sendo 420 com penas de prisão e multa e 415 com pena de prisão convertida em serviços comunitários e multa; 179 delas permanecem presas. As condenações foram definidas pela Primeira Turma do STF, mas podem mudar: após o veto de Lula ao PL da Dosimetria, que pretendia reduzir penas, o relator protocolou nova proposta, pela concessão de anistia “ampla e irrestrita” aos envolvidos. Quero saber mais sobre o novo projeto da anistia.
Colapso fiscal. Por falar em Lula, Órgãos públicos alertam que, com Lula, Brasil caminha rumo ao abismo nas contas públicas. Órgãos técnicos do governo federal e do Congresso alertam que a política fiscal do petista é insustentável. Saiba o que dizem IFI e Ipea sobre o risco de explosão da dívida pública nos próximos anos.
Opinião da Gazeta
O 8 de janeiro virou fetiche. Lula pode até afirmar que os réus “tiveram amplo direito de defesa, e foram julgados com transparência e imparcialidade”, mas a realidade é diametralmente oposta. A “tentativa de golpe” mais destrambelhada da história da República – sem armas nem apoio de nenhum poder armado, em um domingo, com todas as autoridades fora de Brasília – foi transformada em ameaça permanente, sendo usada como justificativa para a manutenção ad aeternum do nosso atual estado de exceção.
Nunca antes na história deste país a “defesa da democracia” foi um slogan tão vazio, hipocritamente usado para justificar a sua antítese
Leia o editorial na íntegra.
Política, economia e mundo
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Giro pelo mundo. Donald Trump deu sinal verde a um projeto de lei que pode abrir caminho para novas sanções contra o Brasil. A proposta prevê a imposição de tarifas secundárias que podem chegar a 500% a países que fazem negócios com a Rússia.
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Artigos e colunas
“Nas cordas”. “A direita está derrotada porque nunca se organizou de fato, perdeu o fôlego e se dispersou”. É a avaliação de Jefferson Vieira, que analisa o momento da direita brasileira, à espera da próxima bala de prata.
Danilo de Almeida Martins. Alexandre de Moraes e os Reis Magos.
Alexandre Garcia. STF exibe lado político em ato sobre 8 de janeiro.
Para inspirar e alegrar




