Uma pesquisa divulgada pela Quaest aponta que o ex-presidente Lula, do PT, tem 44% das intenções de voto em um possível segundo turno contra Flávio Bolsonaro, do PL, que registra 39%. Essa pesquisa foi submetida a uma margem de erro de dois pontos percentuais, o que significa que os índices podem variar de 42% a 46% para Lula e de 37% a 41% para Bolsonaro, com um índice de confiança de 95%.
As pesquisas anteriores mostravam uma variação nos números para Lula ao longo dos meses: ele começou com 37% em abril, atingiu 39% em maio e junho, e depois chegou a 40% em julho, antes de estabilizar em 39% agora. Para Flávio Bolsonaro, os números também oscilaram, começando com 32% em abril e alcançando 30% agora, depois de variações em suas porcentagens.
Além de Lula e Flávio, a pesquisa incluiu outros candidatos, como Renan Santos, do Missão, que subiu de 2% em abril para 4% agora, e Ronaldo Caiado, do PSD, que permanece com 4%. Romeu Zema, do Novo, apresenta variações de 3% a 4%. Os candidatos Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema estão empatados dentro da margem de erro.
A Quaest avaliou quatro cenários para o segundo turno. No primeiro entre Lula e Flávio Bolsonaro, a tendência é de uma leve vantagem para Lula. O histórico de intenções de voto de Lula contra Bolsonaro mostra uma evolução de 40% em abril, atingindo 45% em julho, e agora está em 44%.
No cenário entre Lula e Ronaldo Caiado, os números mostram Lula com 45% atualmente, enquanto Caiado atinge 37%. O cenário entre Lula e Romeu Zema apresenta 46% para Lula e 34% para Zema. Já na disputa entre Lula e Renan Santos, Lula registra 45%, enquanto Santos chega a 35%.
A pesquisa também revelou a avaliação do governo Lula. A aprovação do presidente oscilou de 43% em abril para 48% agora. A desaprovação, que era de 52% em abril, caiu para 47% nas últimas pesquisas. No geral, 36% avaliam o governo de maneira positiva, enquanto 36% têm uma avaliação negativa.
Esses dados indicam uma ligeira tendência de recuperação na aprovação do governo de Lula, com variações em seu índice de desaprovação. A pesquisa revela um cenário complexo dentro da política nacional, indicando que a corrida eleitoral promete ser acirrada para os próximos meses.
Com as eleições se aproximando, os analistas observam que a mobilização dos eleitores e as mudanças nas intenções de voto poderão influenciar diretamente os resultados futuros. O cenário do segundo turno se mostra acirrado e cheio de nuances, refletindo um eleitorado ainda dividido e em busca de opções que representem seus interesses.



