O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu os nomes mais importantes da República brasileira para uma cerimônia de assinatura de um pacto de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. Na prática, poucas medidas novas foram firmadas. O evento foi simbólico, uma espécie de compromisso dos chefes dos Três Poderes (todos homens) por medidas de enfrentamento aos crimes de gênero. Quem convive no meio político sabe que promessas e pactos como esse raramente se transformam em ações concretas e com impacto real na vida da sociedade. O fato de estarmos em um ano eleitoral torna essa promessa ainda mais difícil de acreditar. É quase como um pastel de vento: por fora, feito para parecer algo real, mas vazio por dentro.




