Lula tem desempenho pior que Bolsonaro na segurança, diz pesquisa

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de café da manhã com jornalistas credenciados na presidência da república . | Sérgio Lima/Poder360 - 18.dez.2025

Pesquisa recente da AtlasIntel/Bloomberg revelou que o governo atual, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está sendo avaliado de forma negativa na área da segurança pública em comparação ao mandato anterior de Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o levantamento, 53% dos brasileiros consideram o desempenho de Bolsonaro, entre 2019 e 2022, superior ao de Lula.

Por outro lado, 34% dos entrevistados afirmam que o desempenho de Lula é melhor que o de Bolsonaro. O tema da segurança pública é uma preocupação tanto do governo federal quanto da oposição e se tornará central nas eleições deste ano. A pesquisa completa pode ser acessada no Poder360 em formato PDF.

A avaliação do governo Lula na segurança pública foi classificada como ‘muito ruim’ por 35,2% dos entrevistados e ‘ruim’ por 17,8%. Em contrapartida, 26% consideram o desempenho do petista ‘bom’, enquanto 4,6% o classificaram como ‘muito bom’.

Segundo a AtlasIntel/Bloomberg, quase metade dos entrevistados (49,6%) acredita que o nível de criminalidade no Brasil atualmente é ‘muito alto’. Outros 38,8% consideram o nível como ‘alto’, enquanto 11,4% o veem como ‘regular’. Apenas 0,1% avalia que é ‘muito baixo’.

Quando questionados se acreditam que organizações criminosas controlam áreas importantes da política e do sistema judicial no Brasil, 91,5% dos entrevistados responderam afirmativamente.

A pesquisa também abordou a influência da criminalidade nas decisões de voto nas eleições. Para a maioria dos brasileiros (62,8%), o tema é importante, mas não é o único considerado. Enquanto 27,6% afirmaram que políticas de combate à criminalidade estão entre os fatores determinantes do voto. Apenas 8,2% afirmaram que o tema não influencia em suas escolhas eleitorais.

O estudo foi realizado com 4.986 eleitores brasileiros recrutados digitalmente entre os dias 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Integra o relatório Latam Pulse, que analisa a percepção sobre lideranças políticas na América Latina.

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