A mãe do bebê entregue para uma adoção ilegal em Goiânia está lutando para ter o recém-nascido de volta e busca por justiça. Segundo a advogada da mulher, não houve envolvimento de venda da criança, e o bebê permanece sob cuidados em um abrigo durante as investigações. A mãe, que optou por não se identificar, expressou sua angústia por estar separada do filho e espera por uma rápida resolução. A advogada da mãe explicou que os valores pagos pelas mulheres responsáveis temporárias pelo bebê eram destinados a gastos médicos e despesas relacionadas ao nascimento da criança, negando a possibilidade de venda. As mulheres assumiram compromissos de ajuda financeira, esperando ser madrinhas da criança e compartilhar uma relação de parentesco. O recém-nascido foi resgatado pelo Conselho Tutelar após um esquema de adoção irregular ser exposto em Goiânia. O casal que adotou a criança registrou um boletim de ocorrência após a mãe biológica demonstrar arrependimento pela entrega. As mulheres envolvidas alegaram ter recebido poderes totais sobre o bebê por meio de uma procuração, mas a forma como a adoção foi conduzida, com assistência financeira, pode caracterizar um crime de ‘adoção dirigida’. A situação foi alertada às mulheres sobre possíveis implicações legais no futuro e riscos para a criança. A polícia investiga o caso para esclarecer todas as circunstâncias e garantir a segurança e bem-estar do bebê.




