Uma mãe denunciou que o filho de 15 anos, que tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), foi alvo de discriminação e assédio moral no Colégio Estadual da Polícia Militar Naly Deusdará, em Goiânia. Segundo ela, a matrícula para 2026 foi bloqueada após a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Mesmo após ser sorteado para o Colégio da Polícia Militar Hugo de Carvalho Ramos, o estudante não pôde ser transferido devido ao PAD instaurado pela unidade de origem. A mãe afirmou que a escola ignorou os laudos médicos que comprovam o diagnóstico e a necessidade de apoio especializado, só chegando à Secretaria de Educação depois de meses, quando ela mesma entregou o documento após uma reunião com uma psicóloga da pasta.




