Marco Rubio diz que os EUA atacaram o Irã em autodefesa: entenda a medida proativa e defensiva para evitar ameaças iminentes

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que os EUA atacaram o Irã como uma medida de autodefesa diante de uma ameaça considerada iminente por Washington. Ele afirmou que havia uma avaliação de que Teerã poderia retaliar diretamente os EUA caso fosse alvo de um ataque israelense. Rubio explicou que a ameaça iminente era conhecida e que a decisão de atacar o Irã buscou antecipar possíveis danos, agindo de forma proativa e defensiva para evitar uma reação prejudicial.

Antes de uma reunião com congressistas para detalhar as ações no Oriente Médio, Rubio afirmou aos jornalistas que a rapidez da operação era essencial para impedir avanços na capacidade militar iraniana. Ele destacou que uma reação tardia poderia fortalecer o país e ressaltou que a eliminação das capacidades de mísseis balísticos era um dos objetivos principais da ofensiva. O secretário ainda mencionou que a mudança de regime em Teerã seria desejável, mas que o foco principal era garantir que o Irã não pudesse reconstruir suas capacidades de ataque.

Em sintonia com declarações anteriores de Donald Trump à CNN, Rubio afirmou que novas ações militares podem acontecer. Ele declarou que os maiores ataques ainda estão por vir e que os Estados Unidos continuarão bombardeando o território iraniano até alcançar os objetivos estabelecidos, incluindo a destruição da capacidade de produção de mísseis balísticos. O secretário mencionou que a ofensiva tinha como objetivo impedir que o Irã pudesse construir drones ou mísseis que representassem uma ameaça aos EUA, independentemente de quem estivesse no poder no futuro. Rubio enfatizou a importância de neutralizar as capacidades militares do Irã como parte da estratégia de defesa americana.

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