O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que os Estados Unidos não terão um papel direto no governo cotidiano da Venezuela e vão impor apenas uma ‘quarentena do petróleo’ sobre o país. Essa posição diverge das declarações do presidente Donald Trump, que sugeriu que os EUA passariam a ‘administrar’ a Venezuela após a prisão de Maduro. Rubio, em entrevista à CBS, afirmou que a quarentena do petróleo continuará como forma de pressão para promover mudanças no país, especialmente na gestão da indústria do petróleo e no combate ao tráfico de drogas.
O dia seguinte à prisão de Maduro também foi marcado por reações de países aliados à Venezuela. A Coreia do Norte condenou os ataques americanos como uma ‘grave violação de soberania’ e criticou os Estados Unidos pela interferência. Já a China exigiu a imediata liberação de Maduro e sua esposa, defendendo que as questões internas venezuelanas devem ser resolvidas sem interferência externa. Maduro foi detido em Nova York e será julgado por crimes relacionados ao narcoterrorismo e tráfico de armas.
A China, principal parceira da Venezuela, se manifestou contra a deportação de Maduro e sua esposa, argumentando que viola normas internacionais. A detenção do líder venezuelano gerou discussões sobre o futuro do país, com Trump anunciando a formação de um grupo para conduzir a transição de poder. Pam Bondi, procuradora-geral dos EUA, declarou que Maduro e sua esposa foram acusados de crimes graves, como conspiração para narcoterrorismo e posse de armas de fogo.
A prisão de Maduro abriu debates sobre o destino da Venezuela e o papel dos EUA na região. Enquanto Rubio destaca o bloqueio do petróleo como forma de pressão, outros países expressam preocupação com a soberania venezuelana. A China, especialmente, critica a interferência externa e exige o respeito às leis internacionais na resolução da crise. O governo americano, por sua vez, promete levar Maduro a julgamento por crimes relacionados ao tráfico de drogas e posse ilegal de armas de fogo.
Os desdobramentos pós-prisão de Maduro revelam tensões geopolíticas e jurídicas envolvendo a Venezuela e os Estados Unidos. Enquanto Trump sugere um papel ativo na transição de poder, Rubio enfatiza a importância da quarentena do petróleo como forma de pressionar por mudanças no país. A China e a Coreia do Norte, por outro lado, condenam a intervenção americana e defendem a autonomia venezuelana na resolução de seus conflitos internos.




