Na Fórmula 1, Max Verstappen se despede do motor Honda, mas apenas “por enquanto”. A parceria bem-sucedida da fabricante japonesa de motores com a Red Bull chegará ao fim no final da temporada. Verstappen já vislumbrou uma possível continuação do relacionamento com a Honda após o término da parceria de sucesso no mundo da Fórmula 1.
Os motores Honda foram fundamentais para levar o holandês de 27 anos a conquistar quatro títulos mundiais consecutivos com a Red Bull, porém, a partir de 2026, eles equiparão os carros da equipe Aston Martin. A transição para essa nova fase aumenta as expectativas e mantém Verstappen no foco, enquanto ele mostra gratidão por todo o percurso trilhado até então.
Em um evento para os fãs realizado pela Honda em Tóquio, Verstappen expressou sua gratidão pelo apoio recebido ao longo da jornada na Fórmula 1. Dirigindo o RB16B, carro que lhe rendeu seu primeiro título mundial, em meio às ruas de Tóquio, o piloto destacou a importância da parceria com a Honda para seu sucesso. O futuro reserva novos desafios e possibilidades, e Verstappen deixa aberta a porta para uma colaboração futura.
Os comentários de Verstappen alimentam especulações sobre seu contrato com a Red Bull, que se estende até 2028. Supostas cláusulas de rescisão relacionadas ao desempenho poderiam permitir que o piloto buscasse novos rumos se o carro da equipe não atendesse às expectativas. A possível proposta da Aston Martin, com Adrian Newey e a Honda em seu rol de talentos, se mostra como uma alternativa interessante para o holandês, segundo o ex-piloto Juan Pablo Montoya.
O cenário da Fórmula 1 se transforma diante das mudanças de parcerias e contratos, e a Red Bull adota uma pintura especial vermelha e branca em seus carros para homenagear a histórica relação com a Honda. Enquanto Verstappen reflete sobre o passado e vislumbra o futuro, a temporada de transição promete ser emocionante e repleta de incertezas. O sucesso conquistado até aqui serve como alicerce para os próximos passos do talentoso piloto na categoria.