Médica cita risco de morte ao transferir Bolsonaro

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A médica plantonista que atendeu Jair Bolsonaro na prisão relatou que a transferência para o Hospital DF Star, na semana passada, ocorreu em razão do “risco de morte” do ex-presidente, que se recupera de um quadro de broncopneumonia bacteriana.

No dia 13 de março, Bolsonaro passou mal na prisão e foi transferido às pressas para a unidade hospitalar.

A transferência foi comunicada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela direção da Papudinha.

Bolsonaro está custodiado no presídio para cumprir pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação no processo da trama golpista.

Após o ex-presidente passar mal, a defesa fez novo pedido de prisão domiciliar a Moraes. Não há prazo para decisão.

Não há prazo para decisão”, destacou a fonte.

Com a transferência de Bolsonaro, a defesa busca garantir que ele tenha uma recuperação adequada, considerando o risco de morte que o ex-presidente enfrentou durante seu estado de saúde crítico.

O caso gerou debates sobre a segurança e saúde do ex-presidente, assim como a continuidade da sua custódia durante o tratamento médico.

A avaliação médica e os pedidos de prisão domiciliar serão elementos fundamentais para uma possível revisão da situação de Bolsonaro nos próximos dias.