Médicos descartam possibilidade de alta de Bolsonaro por pressão da família

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Uma informação que esteve em destaque recentemente foi a posição dos médicos que acompanhavam o presidente Bolsonaro. Apesar dos apelos da defesa do presidente, que buscava prisão domiciliar, os profissionais de saúde mantiveram a previsão de alta hospitalar do paciente para quinta-feira passada. O hospital e a equipe médica se mantiveram firmes em relação ao tratamento do paciente e evitaram se envolver em questões políticas. Foi confirmado o que havia sido anunciado, evitando contratempos e polêmicas.

O hospital mobilizou uma equipe de mais de 10 profissionais e concordou em realizar uma cirurgia de hérnia durante o Natal, uma decisão controversa. A família desejava essa intervenção e foi atendida, porém o risco era grande, considerando o simbolismo do dia. Felizmente, a cirurgia foi bem sucedida e Bolsonaro recebeu alta no mesmo dia, voltando ao confinamento logo em seguida. Essa decisão dos médicos e do hospital sinaliza a cautela em não cruzar limites, mesmo diante de pressões externas.

Um aspecto que chamou atenção foi o questionamento de Flávio Bolsonaro sobre a atitude de Alexandre de Moraes em relação ao pai: ‘Até quando Moraes terá procuração para praticar a tortura?’ Essa provocação revela a tensão política em torno do presidente e sua família. Além disso, há uma alusão à época da ditadura, com a menção a Brilhante Ustra, figura controversa do regime militar.

Durante a pandemia, muitas famílias perderam entes queridos para a Covid-19, enquanto Bolsonaro minimizava a gravidade da doença. No entanto, desejar a morte de alguém, mesmo um presidiário, é um extremo que não devemos atingir. A falta de humanidade não resolve os problemas políticos e sociais do país, devemos buscar soluções mais conscientes e empáticas.

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