Menina de 10 anos falecida em atropelamento no Rio será sepultada nesta terça-feira
Vitória Castro Lima foi vítima de um trágico acidente no Morro do Fogueteiro. Ela, juntamente com sua mãe e outra criança, foi atingida por um carro. De acordo com testemunhas, o motorista estava dirigindo embriagado, o que resultou na morte da menina. O condutor do veículo foi preso em flagrante.
Vitória Castro Lima, de apenas 10 anos, será sepultada na tarde desta terça-feira (13) após o atropelamento fatal que aconteceu no Morro do Fogueteiro, no bairro do Rio Comprido. O velório está agendado para as 11h, seguido pelo sepultamento às 14h no Cemitério de Botafogo, situado na Zona Sul do Rio.
Além da tragédia que vitimou Vitória, outras duas pessoas também ficaram feridas no acidente: sua mãe, Kauany Leni Castro Teixeira, de 32 anos, e outra criança chamada Isaac Tavares Silva. Ambos foram encaminhados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, onde receberam os devidos cuidados médicos. Kauany sofreu ferimentos graves, incluindo dilaceração em um dos braços, passando por cirurgia e permanecendo internada. Isaac foi atendido e recebeu alta posteriormente.
O responsável pelo atropelamento, identificado como Márcio Queiroz Gentil, de 46 anos, foi detido em flagrante. Após ser agredido por populares enfurecidos, ele precisou de atendimento médico antes de ser encaminhado à delegacia. Mesmo se recusando a realizar exame toxicológico, vestígios de consumo de álcool foram confirmados através de laudo do Instituto-Médico Legal (IML).
Márcio irá responder por homicídio culposo qualificado pela embriaguez, lesão corporal grave e condução sob efeito de álcool. Testemunhas relataram que ele dirigia de maneira imprudente, subindo e descendo o morro repetidamente, o que resultou na fatalidade.
A Polícia Militar, acionada após as vítimas serem hospitalizadas, conduziu a ocorrência que foi registrada inicialmente na 5ª DP (Mem de Sá). A delegada-assistente Luciana da Fonseca Pereira solicitou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva devido à gravidade do crime e risco à ordem pública. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Márcio Queiroz.




