Menino de 3 anos faz amizade com coletores de lixo em SP: história emocionante de José Gabriel

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Fã de coletores de lixo, menino de 3 anos faz amizade com profissionais no interior de SP

José Gabriel é morador de Marília (SP) e espera a passagem dos coletores de lixo da cidade com uniforme imitando o dos profissionais. Sua mãe registra os encontros do garoto com seus “amigos” e compartilha nas redes sociais.

Usando uniforme laranja com uma faixa reflexiva, José Gabriel, de apenas três anos, espera ansiosamente a passagem do caminhão de lixo com os coletores, ou como ele prefere chamar, seus amigos.

O pequeno morador de Marília, no interior de SP, revela uma paixão única pela profissão dos coletores. A mãe do garoto, Andreia da Silva, conta que o vínculo foi surgindo aos poucos, graças à rotina da família.

“Foi vendo diariamente os coletores passando, correndo pegando o lixo, ele ficou encantado e foi pegando um imenso carinho e fazendo os rapazes também criarem um carinho por ele”, contou a mãe ao G1.

> “O momento favorito dele é quando os coletores passam e eles chamam ele pelo nome chamando ele de amigo e ele dá uma volta de caminhão. Ele vibra”, completa Andreia.

Os pais do garoto acharam curiosa a admiração dele e começaram a gravar as interações com os profissionais, que não medem esforços para dar atenção ao garoto, que inclusive já andou na traseira do caminhão de lixo.

Os vídeos foram compartilhados por parentes nas redes sociais e fizeram sucesso. Neles, José Gabriel está com duas sacolas de lixo na mão, que entrega para os coletores, que, por sua vez, cedem espaço para ele dar uma volta no caminhão.

“A reação das pessoas foi incrível, os vizinhos, as pessoas nas redes sociais, todas comentavam encantadas”, diz Andreia.

A mãe também lembra de um momento marcante sobre o gosto de José Gabriel. O menino pediu ao pai, Jean Alex, que o levasse até o depósito de coleta próximo ao bairro, para que ele pudesse ver seus amigos de perto.

> “Sempre que saímos de carro, ele pede para passar em frente ao depósito para ver os amigos dele, inclusive um dos dias ele saiu da escola e pediu para o pai comprar um guaraná e levar lá no depósito para tomar junto com os coletores”, conta Andreia.

Para ela, o carinho que o filho tem pelos coletores reflete sua natureza carinhosa e prestativa, e acredita que isso se aplica a todas as crianças.

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