Menino de dois anos morre após engasgar com brinquedo, em Minas Gerais

Na manhã desta última quinta-feira, 28, em Minas Gerais, o menino Luiz Otávio, de 2 anos, morreu depois de engasgar com brinquedo nesta semana. A informação foi confirmada hoje, 29, para o UOL pela Santa Casa da cidade e pelo pai, Charles Madureira.

A família aceitou a doação de órgãos, na manhã desta sexta-feira foram realizadas as captações de rins e córneas. A criança engasgou na casa dos avós. A mãe levou o menino para o Hospital Aroldo Tourinho e, ao chegar, Luiz sofreu parada cardiorrespiratória, conseguindo reanimá-lo somente depois de 30 minutos.

Ele foi transferido para a Santa Casa, onde foi feita cirurgia para retirar a peça do brinquedo. O estado dele era grave e o menino, que era filho único, não resistiu.

“Foi uma decisão como forma de amenizar um pouco a nossa dor. Ele não está mais presente entre nós, mas vai resgatar novas vidas de pessoas que estão no leito sofrendo à espera de um órgão.”, disse o pai do menino ao UOL.

Ele relatou que a liberação do corpo será feita logo depois de passar pelo Instituto Médico Legal (IML). Já foram encontrados os receptores dos órgãos doados.

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Pesquisa aponta que 49% dos brasileiros acreditam em melhorias no país em 2025

Um levantamento realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revelou que 49% dos brasileiros acreditam que o país terá melhorias em 2025. O índice permanece estável em relação à pesquisa de outubro, mas registra uma queda de 10 pontos percentuais comparado a dezembro de 2023, quando o otimismo atingiu 59%.

A percepção de piora aumentou entre os entrevistados: 28% acreditam que o Brasil irá piorar em 2025, uma alta de cinco pontos em relação a outubro (23%) e de 11 pontos frente a dezembro do ano anterior (17%).

O levantamento, divulgado nesta quinta-feira, 26, foi realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) entre os dias 5 e 9 de dezembro, com 2 mil participantes de todas as regiões do país.

Sobre o desempenho do Brasil em 2024, 66% dos entrevistados afirmaram que o país melhorou (40%) ou permaneceu igual (26%) em comparação a 2023. No entanto, essa soma representa uma queda de 13 pontos em relação a dezembro de 2023, quando 79% acreditavam que o cenário havia melhorado (49%) ou permanecido estável (30%).

A percepção de piora em 2024 alcançou 32% em dezembro, marcando um aumento significativo em relação aos 20% registrados no mesmo período do ano anterior.

Para Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe, os resultados refletem um equilíbrio entre otimismo e cautela. “O ano teve aspectos positivos, como o aumento do emprego, mas foi marcado por fatores adversos, como seca, queimadas e notícias sobre alta da Selic, juros e inflação”, explicou Lavareda.

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