Mergulhadores iniciam varredura em lago na busca por crianças desaparecidas em Bacabal: atualização da operação de resgate

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Mergulhadores iniciam varredura em lago durante buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

O local a ser investigado possui cerca de 300 metros quadrados e uma profundidade em torno de 1 metro e 20 centímetros. A expectativa é que, no prazo máximo de três dias, os mergulhadores concluam as buscas completamente.

O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, completou 11 dias em Bacabal. Nesta quarta-feira (14), quatro mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) iniciaram uma extensa varredura no lago Limpo, à procura de vestígios que possam ajudar a localizar as crianças.

Segundo informações das autoridades, a operação adentra uma nova fase, visto que não foram encontradas pistas dos paradeiros dos irmãos na mata, que é cercada pelo rio Mearim e outros corpos aquáticos. O lago Limpo é o local onde as crianças teriam passado enquanto estavam perdidas na mata.

O coronel Hélio, do Corpo de Bombeiros do Maranhão, salientou a importância da busca minuciosa no lago Limpo para identificar qualquer vestígio que possa estar relacionado às crianças desaparecidas.

Além da varredura realizada no lago Limpo, diversas equipes continuam empenhadas na busca pelas crianças, explorando a mata e os demais lagos próximos da região.

A operação abrange aproximadamente 54 km² nas proximidades da comunidade São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Bombeiros de outros estados e cães farejadores certificados chegam para reforçar a equipe e a tecnologia, incluindo a varredura por quadrantes.

Uma das estratégias utilizadas pelos bombeiros inclui o uso de um aplicativo de geolocalização para monitorar as rotas, a fim de abranger uma busca minuciosa na área delimitada. Até o momento, mais de 60% da área já foi rastreada.

O empenho na busca pelas crianças desaparecidas é visível, com cerca de 500 pessoas, incluindo profissionais de diferentes entidades e voluntários participando ativamente. As áreas mais desafiadoras são monitoradas e as estratégias de buscas são constantemente adaptadas para cobrir toda a extensão determinada para os procedimentos.

A Polícia Civil mantém investigações paralelas para coletar informações que possam contribuir na localização dos irmãos Ágatha e Allan. O Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA) está atuando na apuração do caso, realizando perícias psicológicas e sociais.

Os exames realizados no menino Anderson Kauan, que foi encontrado, descartaram a ocorrência de violência sexual. As buscas continuam intensamente, visando o reencontro das crianças desaparecidas e mobilizando diferentes esferas da segurança e sociedade civil. Em meio a um ambiente de vegetação densa e outros desafios, as autoridades seguem empenhadas na busca incessante por Ágatha e Allan.

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