Metade das cidades do Rio de Janeiro são vulneráveis a desastres naturais, aponta estudo da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, vinculada ao Ministério das Cidades. Um total de 73 das 92 cidades do estado estão suscetíveis a efeitos como deslizamentos, enxurradas e inundações. A falta de planos de contingência é um problema evidente, com muitas cidades sem estratégias claras para lidar com situações de risco.
Mais da metade das cidades fluminenses estão vulneráveis aos impactos de desastres naturais, revelando uma fragilidade na gestão de riscos. Muitas dessas cidades não possuem planos de redução de danos ou sistemas de alerta eficazes para lidar com chuvas intensas. A Região Metropolitana do Rio, incluindo a capital, está entre as áreas listadas como vulneráveis.
O estado do Rio de Janeiro enfrenta desafios significativos em relação à gestão de riscos e desastres. Vinte municípios estão classificados em estágio inicial de ações nesse sentido, conforme o Indicador de Capacidade Municipal do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. A falta de preparo para situações de emergência é uma preocupação constante.
O relatório da frente parlamentar destaca a falta de planejamento em muitos municípios fluminenses. Metade deles não possui plano de contingência para desastres naturais. Além disso, catorze municípios não contam com plano diretor, essencial para ordenar o desenvolvimento urbano, e vinte e dois têm documentos desatualizados. A ausência de sistemas de alerta e alarme também é um ponto crítico.
A falta de medidas preventivas em diversas cidades do Rio de Janeiro é um problema urgente que demanda atenção das autoridades. A população dessas regiões corre riscos significativos diante da ausência de planos eficazes de gestão de desastres. A TV Globo buscou contato com as prefeituras mencionadas no estudo, mas não obteve retorno até o momento. É essencial que ações concretas sejam adotadas para proteger a segurança e o bem-estar dos moradores dessas áreas vulneráveis.




