Em mais uma inovação a partir de fontes em off, a jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles, publicou uma matéria psicografada. Segundo Andreza, em parceria com André Shalders, a estratégia de defesa de Lulinha seria culpar outras pessoas pelo uso indevido de seu nome. A defesa pretendia afastar a lobista Roberta Luchsinger e atribuir responsabilidades a outros colaboradores.
A polêmica gerada pelas afirmações na matéria psicografada levantou dúvidas e críticas. Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, contestou publicamente a veracidade das informações, enfatizando que ninguém consultou a defesa de Lulinha. O caso foi visto como um exemplo do jornalismo sensacionalista e irresponsável que se vê atualmente.
A falta de ética e dever de checagem de informações por parte dos profissionais envolvidos no caso foi evidenciada. Ao invés de confirmar a veracidade das declarações com os advogados de Lulinha, optaram por criar narrativas fictícias para gerar repercussão. As acusações infundadas geraram críticas e questionamentos sobre a integridade do jornalismo praticado.
A controvérsia também evidenciou a falta de comprometimento com a ética jornalística, chegando ao absurdo de inventar informações para criar sensacionalismo. O caso chamou atenção para a necessidade de responsabilidade ao lidar com temas sensíveis e envolver personalidades públicas em acusações sem fundamentos. O Metrópoles foi duramente criticado por seu papel no caso, apontando a irresponsabilidade e falta de compromisso com a verdade.
Marco Aurélio destacou que a relação de Lulinha com a empresária Roberta Luchsinger é de amizade, e que as acusações são infundadas. A postura adotada pelo veículo Metrópoles foi considerada muito séria e preocupante, sobretudo pela falta de verificação dos fatos apresentados. A situação expôs a fragilidade do jornalismo atual, reforçando a importância da ética e da responsabilidade na divulgação de informações.




