A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro celebrou, nesta terça-feira (24/3), a autorização para que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por 90 dias após receber alta hospitalar. Michelle invocou uma passagem bíblica e revelou que clamou a Deus durante a prisão de Bolsonaro na Papudinha.
Michelle Bolsonaro se encontrou com o ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal de Bolsonaro, no STF na segunda-feira (23/3) para reforçar o pedido de prisão domiciliar. O benefício foi concedido em decorrência do quadro de broncopneumonia do ex-presidente.
O ministro Alexandre de Moraes justificou a decisão com base no estado de saúde de Bolsonaro, considerando que, pela idade e histórico de saúde, a recuperação seria mais segura em casa. A medida de prisão domiciliar terá duração de 90 dias, com reavaliação ao final do período e restrições impostas.
Michelle Bolsonaro postou em suas redes sociais sobre a autorização, destacando que seguirá cuidando do marido com amor, resiliência, dedicação e fé. Ela enfatizou a distância de Bolsonaro de sua casa e família durante este tempo.
A decisão do ministro destaca que Bolsonaro poderia ter antecipado seu atendimento na Papudinha ao acionar mais cedo o serviço médico. Além disso, Moraes salientou que a prisão domiciliar não representa um abrandamento definitivo da pena, sendo autorizada com restrições devido ao descumprimento de medidas cautelares por parte de Bolsonaro.
Apesar da concessão da prisão domiciliar, o ministro manteve fundamentos anteriores, destacando a estrutura adequada na Papudinha para atender o ex-presidente. A medida humanitária, temporária e condicional, visa garantir uma recuperação adequada de Bolsonaro.
Autoridades religiosas apoiaram a decisão de Moraes, ressaltando a importância da saúde e bem-estar de Bolsonaro. A presença de familiares e cuidados necessários em ambiente familiar foram considerados aspectos positivos para sua recuperação.
Agora, com a autorização da prisão domiciliar, Bolsonaro receberá os cuidados necessários em casa após sua alta hospitalar, com uma equipe médica acompanhando sua recuperação. A decisão de Moraes, embasada no estado de saúde do ex-presidente, visa garantir um tratamento mais adequado para Bolsonaro durante a recuperação da broncopneumonia.




