Ministério da Defesa confirma uso do viagra

Medicamento seria usado para fins médicos no tratamento de pacientes com problemas pulmonares e não como estimulante sexual, de acordo com assessoria do Ministério da Defesa

O governo federal adquiriu recentemente 35.320 comprimidos de Viagra. O remédio foi requisitado pelo Ministério da Defesa para atender as Forças Armadas sendo a maior parte para a Marinha, seguido do Exército e depois Aeronáutica. A compra ocorreu por meio de pregões publicados no Portal da Transparência. O medicamento azulzinho tem o Sildenafila como princípio ativo e é conhecido como estimulante sexual. 

A reportagem do Diário do Estado entrou em contato com a assessoria da pasta para checar se a informação divulgada pelo deputado federal por Goiás, Elias Vaz, e para qual seria o uso. A assessoria reconheceu a compra e informou que o produto foi adquirido para fins exclusivamente médicos.

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“A aquisição de sildenafila visa o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). Esse medicamento é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para o tratamento de HAP. Por oportuno, os processos de compras das Forças Armadas são transparentes e obedecem aos princípios constitucionais”, respondeu a assessoria. 

A doença faz com que chegue menos oxigênio aos órgãos do corpo e o sildenafil age como vasodilatador pulmonar, ou seja, aumenta o fluxo sanguíneo. Elias Vaz se manifestou sobre o assunto em uma rede social.

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“A turma do Bolsonaro segue debochando dos brasileiros que estão pagando mais caro nos remédios e enfrentando a falta deles nos hospitais”, publicou destacando que a conta da “farra do azulzinho” está sendo paga por todos os brasileiros.

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