Ao votar no STF sobre limites ao uso de redes sociais por magistrados, Moraes defendeu regras do CNJ e criticou ‘demonização de palestras’. Toffoli defendeu autocontenção dos juízes. O julgamento é visto como teste para código de conduta proposto por Fachin. Relator das ações, Moraes sustentou que o CNJ não criou novas proibições, apenas conferiu segurança jurídica. Ele defende lógica igual para redes sociais e mundo físico. Moraes reafirmou que a resolução do CNJ apenas detalha deveres já previstos. Criticou ‘notícias fraudulentas’ sobre magistratura e ‘demonização das palestras’. Durante o julgamento, Moraes defendeu direito de juízes serem acionistas sem desvio de conduta. Toffoli concordou, afirmando que vários magistrados são donos de empresas.




