O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) decidiu se filiar ao Partido Liberal para disputar as eleições ao governo do Paraná em outubro. O anúncio formal deve ser feito na 3ª feira (24.mar.2026).
Moro demonstrava estar satisfeito no União Brasil, partido que dava suporte para sua candidatura ao governo estadual. Porém, entraves com o PP (Partido Progressistas) no Paraná colocavam sua candidatura em risco. O deputado Ricardo Barros (PP-PR) é quem estava à frente das negociações.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou na 4ª feira (18.mar) apoio à candidatura do senador ao governo do Paraná.
Em publicação na rede social de Moro, Flávio disse ser uma ‘grande alegria’ que o senador compartilhe ‘das mesmas pautas e entenda o momento pelo qual o Brasil passa’.
A filiação do senador ao PL também facilita a escolha do presidente da Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Edson Vasconcelos, como vice na chapa. Como o Poder360 apurou, o nome é um desejo de Moro, mas encontrava resistência do PP, que queria um quadro do partido.
Levantamento da Paraná Pesquisas realizado de 18 a 22 de janeiro mostra que Sergio Moro lidera a disputa pelo governo do Paraná nos 3 cenários testados para o 1º turno. A pesquisa testou também eventuais cenários de 2º turno e em todos eles o senador venceria o pleito.
O senador se desvincula do União Brasil para integrar o PL visando à candidatura ao governo paranaense, devido a impasses com o PP local. O cenário ficou favorável após o apoio de Flávio Bolsonaro ser anunciado, consolidando a escolha do presidente da Fiep como vice. As pesquisas indicam liderança de Moro nos diferentes cenários eleitorais, fortalecendo sua posição na disputa.
A decisão de Moro movimenta o tabuleiro político do Paraná, estabelecendo novas alianças e estratégias para a corrida ao governo. A repercussão no meio político é de atenção e expectativa em relação aos desdobramentos da filiação ao PL e suas consequências nas eleições estaduais. O cenário promete ser acirrado e crucial para o futuro político da região.



