Motorista é flagrado dirigindo a 210 km/h na BR-060, quase o dobro do permitido

Motorista é flagrado dirigindo a 210 km/h na BR-060, quase o dobro do permitido na rodovia

Neste final de semana, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou um veículo andando a 210 km/h na BR-060, na altura que liga Goiânia e Rio Verde, município localizado na região sudoeste de Goiás. A velocidade registrada pelos agentes é quase o dobro da velocidade permitida na rodovia. 

De acordo com informações da PRF, entre os horários de 15h a 16h deste domingo, 3, 70 motoristas foram flagrados trafegando em alta velocidade no referido trecho. A PRF realizou uma ação especial para coibir as altas velocidades especialmente nas tarde de domingo, horário em que há muitos registros de acidentes causados pela infração. 

No total registrado durante todo este final de semana, a PRF registrou mais de 20 acidentes, dos quais 24 pessoas feridas e seis mortas. Foram mais de 2,2 mil veículos fiscalizados, dos quais resultaram, mais de 500 autuações de infrações de trânsito e, dentre elas, 14 foram por falta do uso de segurança e mais de 80, por ultrapassagens indevidas. 

A PRF informou, ainda, que o excesso de velocidade acarreta multa e pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de colocar em risco a segurança do condutor e de quem trafega na rodovia. Se a velocidade em excesso ultrapassar 50% da velocidade permitida da via, o condutor pode ter sua CNH suspensa e receber multa no valor de R$ 880,41.

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Operação desmantela esquema de fraudes de R$ 40 milhões no Banco do Brasil; grupo aliciava funcionários e terceirizados

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) lançaram uma operação para desarticular um grupo criminoso responsável por fraudes que somaram mais de R$ 40 milhões contra clientes do Banco do Brasil. A ação, realizada na manhã desta quinta-feira, 21, incluiu a execução de 16 mandados de busca e apreensão contra 11 investigados, entre eles funcionários e terceirizados do banco.
 
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), revelaram que os criminosos utilizavam dispositivos eletrônicos clandestinos, como modens e roteadores, para acessar sistemas internos de agências bancárias e obter dados sigilosos de clientes. Esses dispositivos permitiam que os criminosos manipulassem informações, realizassem transações bancárias fraudulentas, cadastrassem equipamentos, alterassem dados cadastrais e modificassem dados biométricos.
 
A quadrilha atuava de forma organizada, com divisão de tarefas específicas. Havia aliciadores que recrutavam colaboradores do banco e terceirizados para obter senhas funcionais; aliciados que forneciam suas credenciais mediante pagamento; instaladores que conectavam os dispositivos aos sistemas do banco; operadores financeiros que movimentavam os valores desviados; e líderes que organizavam e coordenavam todas as etapas do esquema.
 
As denúncias começaram a chegar à polícia em dezembro de 2023, e as investigações apontaram que o grupo criminoso atuava em várias agências do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, incluindo unidades no Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Vila Isabel, Centro do Rio, Niterói, Tanguá, Nilópolis e Duque de Caxias.
 
O Banco do Brasil informou que as investigações começaram a partir de uma apuração interna que detectou irregularidades, as quais foram comunicadas às autoridades policiais. A instituição está colaborando com a investigação, fornecendo informações e subsídios necessários.
 
A operação contou com a participação de cerca de 25 equipes policiais e tem como objetivo apreender dispositivos eletrônicos ilegais, coletar provas e identificar outros integrantes do esquema criminoso. Além disso, as autoridades estão em busca do núcleo superior do grupo criminoso e dos beneficiários dos recursos desviados.

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