A família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas confirmou ao ND Mais, nesta sexta-feira (13), que o corpo encontrado esquartejado em Major Gercino na quarta-feira (11) é da mulher desaparecida em Florianópolis.
Segundo a família, Luciani foi dopada e morta ainda em 4 de março, última vez em que foi vista, esquartejada e colocada dentro da própria geladeira. O corpo da gaúcha teria permanecido no local até sábado (7). Dividido em cinco sacos de lixo, parte dele foi descartada às margens de um rio em Major Gercino, e encontrada pela polícia na quarta-feira.
O corpo encontrado em Major Gercino estava sem cabeça, braços e pés. Até o momento, não há informação de que outras partes tenham sido encontradas.
A polícia começou a investigar uma possível relação entre os casos nesta quinta-feira (12), após o carro de Luciani ter sido visto em São João Batista, cidade a cerca de 25km de onde o corpo foi encontrado.
Ainda na quinta-feira, a família fez exame de DNA para comparar com o material genético do cadáver encontrado, a fim de confirmar a suspeita.
Os detalhes repassados pela família de Luciani dão conta de que, até o momento, cinco pessoas são suspeitas de participação no crime:
um homem; a namorada dele;
um adolescente de 14 anos, irmão do homem;
a mãe do homem e do adolescente;
a proprietária da pousada em que foram encontrados alguns pertences de Luciani na quinta-feira.
“Luciani era filha, irmã, amiga. Uma mulher cheia de vida, carinho e sonhos. Nada, absolutamente nada, justifica uma crueldade dessa dimensão. Isso não pode ser apenas mais um número nas estatísticas da violência contra a mulher no Brasil”, declarou a família de Luciani Aparecida ao ND Mais.
A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil para confirmar os detalhes repassados pela família, mas não respondeu até o momento em que essa matéria foi publicada.




