Marconi foi sucedido pelo governador em exercício, Daniel Vilela, que entre os tópicos abordados em sua fala, enumerou ações e projetos do Governo do Estado naquela cidade e ainda mencionou o que há por vir de benefícios para os aparecidenses. E, de quebra, destacou aspectos da liderança do governador Ronaldo Caiado que, implicitamente, faziam contraponto a Marconi.
O ponto alto foi a menção de Daniel à implantação do Distrito Agroindustrial Norberto Teixeira (Dianot) em uma área antes ocupada pela Colônia do Regime Semiaberto que, em breve, estará apta a receber 200 indústrias, com geração de 30 mil empregos diretos e indiretos.
Esta obra saiu do papel por determinação de Caiado, em atendimento à antiga demanda da prefeitura e dos moradores daquele município, que entendiam que o Semiaberto, naquele espaço, travava investimentos e provocava temor e insegurança nos moradores da região. Marconi prometeu a transferência do Semiaberto nas suas duas últimas campanhas ao Palácio das Esmeraldas, em 2010 e em 2014.
Daniel ainda mencionou a queda dos índices de criminalidade em Aparecida. “Hoje as famílias daqui andam com tranquilidade”, ressaltou. E falou do convênio que será assinado nos próximos dias com a prefeitura para as obras que estenderão a GO-020, ligando Aparecida à Bela Vista de Goiás. Naturalmente, como determinava o rito da sessão de inauguração da Câmara – e, óbvio, por não se tratar de um debate público -, Marconi, que já havia discursado antes de Daniel, teve que ouvir as falas do governador em exercício em silêncio.



