Nestlé: Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis no DF após intoxicação de bebês

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O Distrito Federal está enfrentando uma situação preocupante com dois bebês intoxicados após consumirem fórmula infantil produzida pela Nestlé. A Anvisa proibiu a venda de alguns lotes dessas fórmulas devido ao risco de contaminação pela toxina cereulide, produzida por uma bactéria. Os bebês, com cerca de 1 ano, apresentaram sintomas como vômitos persistentes e diarreia.

As famílias dos bebês afetados suspenderam imediatamente o uso dos produtos ao perceberem que pertenciam aos lotes contaminados. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que os pacientes estão evoluindo bem. No entanto, o governo não divulgou quais foram as marcas específicas consumidas pelos bebês.

A Anvisa tomou medidas preventivas e proibiu a venda e distribuição de lotes de fórmulas infantis como Nestogeno, Nan Supreme e Alfamino. A toxina identificada é resistente ao calor e pode causar vômitos. A Vigilância Sanitária do DF emitiu alertas para que estabelecimentos de saúde e pontos de venda recolham os lotes contaminados e orientou as famílias a verificarem se possuem unidades dos lotes afetados.

A diretora da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, reforçou que os casos registrados envolvem produtos adquiridos antes do recolhimento e pediu que as famílias estejam atentas. A Lista completa das unidades recolhidas está disponível no site da fabricante, que oferece suporte e substituição aos consumidores afetados.

A Anvisa proibiu a comercialização, a distribuição e o uso de lotes de fórmulas infantis como Nestogeno, Nan Supreme Pro e Nanlac Supreme Pro, fabricadas pela Nestlé. A ingestão de alimentos contaminados pode causar vômitos persistentes, diarreia e letargia. Os lotes afetados estão sendo recolhidos de forma voluntária pela Nestlé.

A preocupação com a segurança alimentar é crucial, e a população do Distrito Federal deve estar atenta aos lotes afetados e seguir as orientações das autoridades sanitárias. A prioridade é garantir a saúde e bem-estar dos consumidores, especialmente dos bebês, que são mais vulneráveis a esse tipo de contaminação. Por isso, a colaboração de todos é essencial para evitar maiores problemas e garantir a segurança alimentar na região.

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