Obra de arte de Gustavo Magalhães é furtada em galeria de Curitiba: entenda o ocorrido e o apelo por sua devolução

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Uma cena triste e inesperada ocorreu em uma galeria de Curitiba, onde uma obra de arte foi furtada durante uma festa. A pintura em questão é do renomado artista visual Gustavo Magalhães. Segundo a proprietária do quadro, fotos tiradas durante a festa indicam que a obra estava presente no local até a madrugada do dia 1º, porém, não foi mais vista nas fotos tiradas após as 5h. Malu Meyer, dona da Soma Galeria, percebeu a ausência do quadro no sábado (3) quando visitou o espaço.

O quadro “A pele da pintura (para Dora Longo Bahia)” foi criado por Gustavo Magalhães, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira, conhecido por suas exposições individuais e coletivas em diferentes regiões do Brasil. A obra, de dimensões aproximadas de 22×16,5 centímetros, faz parte do acervo pessoal da proprietária e estava exposta em uma parede juntamente com outras peças. Fotos do evento indicam a presença do quadro até a madrugada, mas não mais após as 5h.

Um Boletim de Ocorrência foi registrado pela dona da galeria, que afirmou que, embora o espaço receba frequentemente festas e eventos, nunca havia ocorrido um episódio como esse. A situação foi descrita como desoladora tanto pela artista quanto pela proprietária, que expressaram a esperança de que a obra seja devolvida, mesmo que anonimamente. Segundo Gustavo Magalhães, o valor da peça vai além do aspecto monetário, destacando a importância sentimental e artística por trás do trabalho.

O furto dessa obra emblemática causou um grande impacto na carreira artística de Gustavo, que há anos vem se dedicando ao campo da pintura. A técnica utilizada na peça furtada representa um marco em seu trabalho, refletindo sua pesquisa em torno da “pele da pintura”. A obra em questão foi uma das primeiras experiências bem-sucedidas com essa técnica, simbolizando um ponto crucial em sua trajetória artística.

Diante desse triste episódio, tanto o artista quanto a proprietária da galeria fazem um apelo para que a obra seja devolvida, visando sua preservação e segurança. Para Gustavo, o trabalho furtado é essencial não apenas em sua jornada pessoal, mas também por estabelecer conexões importantes com a história da arte e as reflexões presentes em seu trabalho. A espera pela devolução da obra se mantém viva, na esperança de que o significado e a beleza da peça sejam preservados para as futuras gerações.

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