Operação de resgate continua na Marginal Botafogo em Goiânia
Jane Kellen, de 44 anos, que foi levada após enxurrada na Marginal Botafogo, tentou ajudar o companheiro. Segundo Janderson Duarte, irmão de Jane, o marido dela mandou um áudio contando que a correnteza estava levando os dois quando a mulher acabou perdendo o equilíbrio. O Corpo de Bombeiros informou que tem equipes com bote e drones procurando por ela.
“Segundo ele [marido], em áudio que minha mãe me mandou, a correnteza estava levando ele e a Jane tentou salvar ele. E com isso ela acabou perdendo o equilíbrio e foi. E ele segurou no guardrail com várias escoriações e não conseguiu segurar ela”, disse Janderson à TV Anhanguera.
Clique e siga o canal do DE GO no WhatsApp
Segundo o marido, nesta segunda-feira (16), eles estavam se lavando às margens da marginal quando uma tromba d’água, causada pelas chuvas em Goiânia, os atingiu.
Em entrevista para a TV Anhanguera, Janderson disse que o momento é de muito sofrimento e apreensão. A mãe de Jane acredita que ela possa estar viva. “E a gente só resta esperança”, disse o irmão.
Mulher é arrastada por enxurrada no córrego da Marginal Botafogo, dizem bombeiros
Bombeiros usam drone, botes e câmera térmica em buscas por mulher levada em enxurrada na Marginal Botafogo
SITUAÇÃO DE RUA
O irmão de Jane Kellen, Janderson Duarte, falou com a TV Anhanguera e disse que a família tentou resgatá-la várias vezes da rua e chegaram até a interná-la, mas não adiantou.
“A gente chegou a resgatá-la várias vezes, eu e minha mãe. Porque nosso pai é falecido. E chegamos a interná-la”, lamentou Janderson.
Também segundo o irmão contou, Jane não tinha um ponto fixo e costumava ficar na região próximo à 44, onde desapareceu, e também nas proximidades do terminal do Dergo.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Goiás utilizam drone com câmera térmica, botes e fazem varreduras por terra na tentativa de localizar a vítima. Segundo os bombeiros, cerca de 15 militares e quatro viaturas atuam na ocorrência. As equipes realizam buscas ao longo do córrego Botafogo, seguindo em direção ao Rio Meia Ponte.
“É uma agulha no palheiro; quanto mais sujeira a gente encontra no rio, mais dificuldade a gente vai ter”, disse o Major Guilherme Antonio em entrevista à TV Anhanguera.
Além da busca na água, um drone com câmera térmica é utilizado para identificar possíveis sinais de calor em áreas de mata às margens do córrego, o que pode ajudar na localização da vítima. Equipes também realizam varreduras por terra, em pontes e trechos próximos ao leito do córrego. Até a última atualização desta reportagem, Jane não havia sido localizada.
Veja outras notícias da região no DE Goiás




