Operação flagra furto de energia em fábrica na Bahia, suficiente para abastecer mais de 3 mil residências

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Uma operação conjunta entre a Neoenergia Coelba e a Polícia Civil realizada na manhã de quinta-feira (5) flagrou uma ligação clandestina de energia em uma fábrica de energéticos no bairro de Valéria, em Salvador.

A distribuidora estima que a energia recuperada na ação foi de 200 mil quilowatts/hora, suficiente para abastecer 3.200 residências por 15 dias. Segundo a concessionária, um funcionário do estabelecimento foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos e o proprietário poderá responder a inquérito criminal.

Eletricistas da Neoenergia Coelba, policiais civis e a perícia técnica participaram da operação. No local, foi verificado que a fábrica com os cabos de medição adulterados, impedindo a leitura do consumo de energia.

CRIME E DENÚNCIAS

O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até a oito anos de reclusão pela prática ilegal. Por isso é importante a denúncia de fraudes e furtos de energia.

O apoio da comunidade é essencial para identificar os desvios e acionar a distribuidora. As denúncias são feitas de forma anônima através do telefone 116 ou pelo site da Neoenergia Coelba na parte de Serviços, na aba “Denúncia de Irregularidade”.

REDES SOCIAIS

O flagrante da fábrica em Salvador foi compartilhado pelas redes sociais, gerando indignação e debates sobre a prática ilegal. Muitos internautas expressaram repúdio pela ação criminosa e questionaram a fiscalização das empresas de energia.

Além disso, surgiram relatos de outras situações semelhantes na região, apontando para a necessidade de uma ação mais efetiva por parte das autoridades e das companhias responsáveis pela distribuição de energia.

FISCALIZAÇÃO E CONSEQUÊNCIAS

A Neoenergia Coelba anunciou que intensificará as fiscalizações em empresas e residências para coibir os furtos de energia e garantir um fornecimento justo e seguro para toda a população. Medidas mais rigorosas e parcerias com órgãos de segurança estão sendo planejadas para combater essa prática ilegal.

Os consumidores também são orientados a verificar suas instalações regularmente, evitando alterações clandestinas que podem colocar em risco não apenas suas vidas, mas também a estabilidade do sistema elétrico.

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