O Ministério Público do Rio (MPRJ) busca cumprir, nesta terça-feira (10), vinte mandados de prisão preventiva contra Rogério de Andrade e integrantes do seu núcleo de segurança em Bangu, na Zona Oeste.
Rogério de Andrade está em presídio federal desde 2024. A denúncia do MPRJ aponta que os acusados atuavam na segurança de pontos de exploração ilegal de jogos de azar na região de Bangu, se aproveitando da corrupção para garantir a prática dos crimes.
Entre os foragidos, estão 18 policiais militares e penais, da ativa e da inativa, além de um policial civil inativo que entrou para a organização criminosa enquanto ainda ocupava seu antigo cargo na corporação.
Os mandados buscam os policiais em endereços nas cidades do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mangaratiba, Nilópolis e São João de Meriti. As corregedorias da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e da Polícia Civil prestam apoio à operação.
Os acusados devem responder por constituição de organização criminosa armada, majorada pelo concurso de funcionários públicos e pela conexão com outras quadrilhas, além de corrupção ativa e passiva.
Em nota, a corporação afirmou que os agentes serão submetidos a processos administrativos disciplinares e serão conduzidos à Unidade Prisional da Corporação, em Niterói, onde permanecerão presos.
Rogério está preso desde novembro de 2024 por chefiar uma quadrilha do jogo do bicho e por acusação de mandar matar o rival Fernando Iggnácio. Atualmente, ele está detido no presídio federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
A operação envolve policiais militares, penais, e civis, que são acusados de atuar na segurança de pontos de exploração ilegal de jogos de azar em Bangu.




