Origens de Alexander Barboza: do bairro argentino ao Botafogo

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Temperamento forte, campinho de terra e troca do Boca pelo River: conheça as origens de Barboza, do Botafogo

De visitou a casa dos pais do zagueiro argentino, numa rua de Buenos Aires que ostenta um mural em sua homenagem, e conta um pouco de sua trajetória no futebol desde os quatro anos

Jéssica Maldonado mostra onde cresceu o zagueiro do Botafogo Alexander Barboza [https://s04.video.glbimg.com/x240/13354887.jpg]

É praticamente impossível entrar no bairro Villa Celina, região ao norte de Buenos Aires, caminhar um pouco e não descobrir que ali está o reduto de Alexander Barboza. As ruas estreitas, com casas baixas e de pouca movimentação, dão personalidade ao bairro, que ostenta um mural com cerca de 20 metros quadrados em homenagem ao zagueiro do Botafogo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/], complementado por uma faixa estendida na frente da casa de seus pais.

A faixa faz parte da recepção para o defensor quando ele está na Argentina. Embora tenha deixado a região aos 19 anos, ele faz questão de ir ao seu antigo bairro toda vez que visita sua cidade natal.

De visitou a casa onde Barboza cresceu, e onde vivem sua mãe, Mônica, o pai, Esteban, e a irmã caçula, Isabella, de apenas sete anos. Todos mantêm contato com o zagueiro diariamente e, orgulhosos, fazem questão de levar a nossa reportagem até a sala de casa para apresentar fotos de diferentes fases da vida dele.

A resposta é óbvia. O porta-retrato mostra três crianças; apenas uma delas está séria. Esse ainda é o semblante do zagueiro do Botafogo no dia a dia. Os pais contam que a personalidade forte e de poucos sorrisos é natural, embora ele seja diferente no núcleo familiar mais íntimo.

– Sempre foi muito temperamental e isso foi uma coisa que tratamos de corrigir, que ele não precisava ter tanto ímpeto, mas ele é assim. Desde pequeninho é assim. Se eu lhe dissesse algo, me mandava calar a boca. Me olhava e dizia: “hey, shiu”, para eu ficar em silêncio – relembra o pai, vestindo a camisa do Botafogo.

É praticamente impossível entrar no bairro Villa Celina, região ao norte de Buenos Aires, caminhar um pouco e não descobrir que ali está o reduto de Alexander Barboza. As ruas estreitas, com casas baixas e de pouca movimentação, dão personalidade ao bairro, que ostenta um mural com cerca de 20 metros quadrados em homenagem ao zagueiro do Botafogo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/], complementado por uma faixa estendida na frente da casa de seus pais.

A faixa faz parte da recepção para o defensor quando ele está na Argentina. Embora tenha deixado a região aos 19 anos, ele faz questão de ir ao seu antigo bairro toda vez que visita sua cidade natal.

De visitou a casa onde Barboza cresceu, e onde vivem sua mãe, Mônica, o pai, Esteban, e a irmã caçula, Isabella, de apenas sete anos. Todos mantêm contato com o zagueiro diariamente e, orgulhosos, fazem questão de levar a nossa reportagem até a sala de casa para apresentar fotos de diferentes fases da vida dele.

A resposta é óbvia. O porta-retrato mostra três crianças; apenas uma delas está séria. Esse ainda é o semblante do zagueiro do Botafogo no dia a dia. Os pais contam que a personalidade forte e de poucos sorrisos é natural, embora ele seja diferente no núcleo familiar mais íntimo.

– Sempre foi muito temperamental e isso foi uma coisa que tratamos de corrigir, que ele não precisava ter tanto ímpeto, mas ele é assim. Desde pequeninho é assim. Se eu lhe dissesse algo, me mandava calar a boca. Me olhava e dizia: “hey, shiu”, para eu ficar em silêncio – relembra o pai, vestindo a camisa do Botafogo.

É praticamente impossível entrar no bairro Villa Celina, região ao norte de Buenos Aires, caminhar um pouco e não descobrir que ali está o reduto de Alexander Barboza. As ruas estreitas, com casas baixas e de pouca movimentação, dão personalidade ao bairro, que ostenta um mural com cerca de 20 metros quadrados em homenagem ao zagueiro do Botafogo [https://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/], complementado por uma faixa estendida na frente da casa de seus pais.

A faixa faz parte da recepção para o defensor quando ele está na Argentina. Embora tenha deixado a região aos 19 anos, ele faz questão de ir ao seu antigo bairro toda vez que visita sua cidade natal.

De visitou a casa onde Barboza cresceu, e onde vivem sua mãe, Mônica, o pai, Esteban, e a irmã caçula, Isabella, de apenas sete anos. Todos mantêm contato com o zagueiro diariamente e, orgulhosos, fazem questão de levar a nossa reportagem até a sala de casa para apresentar fotos de diferentes fases da vida dele.

A resposta é óbvia. O porta-retrato mostra três crianças; apenas uma delas está séria. Esse ainda é o semblante do zagueiro do Botafogo no dia a dia. Os pais contam que a personalidade forte e de poucos sorrisos é natural, embora ele seja diferente no núcleo familiar mais íntimo.

– Sempre foi muito temperamental e isso foi uma coisa que tratamos de corrigir, que ele não precisava ter tanto ímpeto, mas ele é assim. Desde pequeninho é assim. Se eu lhe dissesse algo, me mandava calar a boca. Me olhava e dizia: “hey, shiu”, para eu ficar em silêncio – relembra o pai, vestindo a camisa do Botafogo.

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