A Corrida Internacional de São Silvestre é uma das corridas de rua mais tradicionais do Brasil, com 15 km de percurso. Em 2026, Luiz Inácio Lula da Silva terá sua última corrida eleitoral, aos 80 anos, buscando mais uma vez a presidência. No entanto, sua popularidade sofre um estiramento global, refletindo um cenário político atual de rejeições acirradas. Para vencer, Lula precisa enfrentar três desafios principais.
O governo Lula enfrenta um cenário desfavorável de popularidade, refletindo uma tendência global de líderes políticos com saldo negativo. As eleições são marcadas por altos índices de desaprovação inicial, o que torna a conquista da confiança do eleitorado um desafio ainda maior. A gestão atual do Palácio do Planalto segue esse padrão, com baixos índices de aprovação e crescente descontentamento popular.
Para ter êxito, Lula precisa reconquistar os eleitores que o apoiaram no passado, além de minimizar a abstenção que historicamente prejudica o PT. O desafio de atrair eleitores de Bolsonaro será uma tarefa árdua, mas necessária para conquistar votos estratégicos. O governo aposta em medidas econômicas e programas sociais para impulsionar sua campanha, porém, a incerteza persiste sobre a eficácia dessas estratégias.
A melhora da popularidade de Lula ao longo do primeiro semestre será crucial para definir sua posição na corrida eleitoral. A confiança do consumidor e os índices de aprovação serão indicadores-chave para antecipar o desempenho do ex-presidente nas eleições. Se conseguir atingir níveis elevados de aprovação, Lula largará na frente, mas caso permaneça com índices inferiores, corre o risco de terminar sua última corrida em posição desfavorável.
Em meio a um cenário político controverso, Lula enfrenta uma batalha árdua para conquistar o apoio do eleitorado e superar os obstáculos que surgem em seu caminho. A corrida eleitoral de 2026 promete ser desafiadora, com o ex-presidente buscando uma posição de destaque e tentando reverter a tendência de desaprovação que marca a era atual.




