Em um artigo publicado na revista The Conversation, o professor adjunto de Doenças Infecciosas da Universidade da Virgínia, Patrick Jackson, destaca a preocupação com a gripe aviária H5N1, o mpox e o vírus Oropouche como potenciais desencadeadores de novas crises em 2026. Mesmo sendo patógenos muito distintos, todos eles têm mostrado sinais de evolução e propagação, o que exige um monitoramento próximo para prevenir um possível surto. O vírus Oropouche, menos conhecido, tem se espalhado pelas Américas desde os anos 2000, com casos surgindo também na Europa ligados a viajantes infectados, apresentando um desafio global na ausência de vacinas ou tratamentos específicos.




