Um homem foi preso em Goiânia após agredir seu filho, uma criança autista de apenas 6 anos, alegando que estava ‘corrigindo’ o menino para evitar que ele ‘virasse bandido’. O caso chocante ocorreu no último dia 18 de março e veio à tona quando o pai levou a criança ferida ao hospital, tentando justificar os machucados.
O garoto foi levado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e o pai explicou que o menino acordou com os olhos inchados e queimado com uma colher quente, por motivos desconhecidos. Porém, o hospital suspeitou da história e acionou o Conselho Tutelar para investigar o caso.
Após a conversa com o pai, o Conselho Tutelar descobriu que a criança havia sido violentamente agredida com uma vara. Com isso, o menino passou por exame pericial na delegacia da Polícia Civil para documentar a gravidade das lesões e determinar a data do incidente, o que influenciará a investigação em curso.
As investigações estão sob responsabilidade do delegado Ronny Campos, que aguarda o laudo pericial para definir os próximos passos e um possível enquadramento em crimes mais graves. Após a conclusão dos exames, o caso será transferido para uma delegacia especializada e a criança, que não possui outros familiares na cidade, permanece sob cuidado do Conselho Tutelar.
‘Corrigindo’ seu filho autista com violência, o pai provocou lesões graves no menino, que precisou de atendimento médico urgente. A situação revela a importância de proteger e garantir a segurança das crianças, especialmente as mais vulneráveis, contra qualquer tipo de violência doméstica ou abuso.
O caso gerou repercussão em Goiânia e a sociedade exige justiça para o menino agredido. A brutalidade das ações do pai evidencia a necessidade de criar e fortalecer medidas de proteção às crianças, garantindo seu bem-estar e desenvolvimento saudável, longe de qualquer forma de violência ou maus-tratos.
É fundamental refletir sobre o impacto da violência doméstica contra crianças e a importância de denunciar casos de abuso. Devemos assegurar que todas as crianças sejam acolhidas e protegidas, oferecendo um ambiente seguro e amoroso para seu crescimento saudável e feliz.



