O presidente nacional do PT, Edinho Silva, concedeu entrevista exclusiva à coluna nesta terça-feira (24/3) e minimizou as relações de pessoas ligadas ao partido no escândalo do Banco Master. Para Edinho, os pagamentos feitos pelo Master à empresa da nora do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), são um “problema” dela, não do senador.
O Metrópoles revelou que o Master pagou ao menos R$ 11 milhões à empresa da nora de Jaques Wagner, e o senador nega qualquer participação na intermediação. Edinho ressaltou que, até o momento, não há evidências contra o PT envolvendo o Banco Master, e caso apareçam, cada petista terá que explicar sua situação.
Edinho Silva destacou que o Banco Master foi criado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, sob comando de Roberto Campos Neto no Banco Central. O presidente do PT afirmou que a omissão do governo Bolsonaro permitiu que o Banco Master se tornasse uma instituição que prejudicou o sistema financeiro brasileiro, frisando a necessidade de investigações a respeito.
Na entrevista, Edinho afirmou: “Tem um contrato da nora do Jaques, que é esposa do enteado dele. É evidente que o enteado, a nora do Jaques têm que prestar os esclarecimentos necessários. É um problema da nora e do enteado do Jaques. Nada tem a ver com Jaques, com as lideranças da Bahia.” O presidente do PT ressaltou que qualquer envolvimento do partido será de responsabilidade individual de cada filiado.
Edinho Silva ressaltou que é necessário esclarecer que o Banco Master se tornou uma instituição durante o governo Bolsonaro, não no governo do ex-presidente Lula. O presidente do PT enfatizou que a criação e desenvolvimento do Banco Master durante a gestão de Bolsonaro foi um fruto de omissão e permissividade que macularam a credibilidade do sistema financeiro do Brasil.
O presidente do PT destacou a necessidade de investigação sobre a criação do Banco Master, atribuindo a responsabilidade da instituição ao governo Bolsonaro. “Essa omissão e essa permissividade que permitiram a criação do Banco Master, certamente, maculou o sistema financeiro brasileiro, que é um sistema de muita credibilidade”, declarou Edinho Silva.
Diante das revelações sobre os pagamentos do Banco Master à empresa da nora de Jaques Wagner, Edinho Silva reforçou que a responsabilidade sobre o contrato é dos familiares do senador. O presidente do PT ressaltou que a falta de transparência na criação do Banco Master durante o governo Bolsonaro prejudicou a credibilidade do sistema financeiro nacional e demanda investigações mais aprofundadas.
Em meio às polêmicas envolvendo o contrato com a empresa da nora de Jaques Wagner, Edinho Silva ressaltou que qualquer envolvimento do PT será individual e caberá a cada filiado prestar esclarecimentos. O presidente do partido destacou a importância de ajustar responsabilidades e investigar as origens do Banco Master para assegurar a transparência e credibilidade do sistema financeiro brasileiro.



