Paulinho explica processo de recuperação para voltar a jogar no Palmeiras

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Paulinho explica processo para voltar a jogar no Palmeiras

Enquanto Paulinho avança na recuperação e vive a expectativa de ser integrado ao
elenco do Palmeiras após a Data Fifa, uma pergunta vinha sem resposta para a torcida: ele ainda
sente dor? Conversamos com pessoas ligadas ao protocolo de recuperação do
atacante, portanto, para responder.

Passados oito meses desde a segunda cirurgia na perna direita, Paulinho ainda
sente um incômodo, mas que é considerado normal do processo de recuperação da
lesão e muito distante das dores que o atormentaram ao longo de dois anos.

Não tem ligação, portanto, com a fratura da tíbia em si, que está estabilizada,
mas sim com o processo de recuperar força e o próprio músculo da perna direita,
que precisa ser cortado durante a cirurgia para colocar o implante de fixação do
osso.

Paulinho na quarta etapa de recondicionamento físico

É possível, inclusive, que Paulinho volte a atuar de forma gradativa ainda
sentindo algum incômodo que vai melhorando à medida que ganha ritmo, força e
resistência no local.

Paulinho está na quarta de cinco etapas de recondicionamento físico e tem
expectativa de ser integrado ao grupo, podendo aparecer por alguns minutos em
campo, após a Data Fifa, entre a primeira e segunda semana de abril.

Processo cauteloso para evitar reincidência de lesão

Sob processo cauteloso, para evitar reincidência de lesão, o atacante está em
uma transição física diferente do protocolo normal: mais lento, com etapas mais
longas, para se adaptar a cada aumento de carga que faz.

Entre as atividades, Paulinho realiza, por exemplo, jogos em que a cada semana
aumenta o campo e o número de jogadores, para facilitar a adaptação e evitar que
sofra na volta.

Detalhes sobre a cirurgia de Paulinho

O caso do atacante começou ao tratar uma fratura por estresse na tíbia da perna
direita, diagnosticada ainda no Atlético-MG, em 2024. Ele jogou, contudo, seis
meses lesionado antes de passar pela primeira cirurgia no fim daquele ano.

Transferiu-se ao Palmeiras duas semanas depois e,
na época, tinha uma recuperação considerada simples.

Ele fez 16 partidas antes de ser afastado após a Copa para passar por uma nova
cirurgia, dessa vez, com uma fixação do osso usando um implante considerado
resistente o suficiente para aguentar a carga. E um período mais longo sem
atividades no campo.